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Como inovar sua gestão de pessoas através da educação corporativa?

Todo empreendedor deseja que seus colaboradores tenham produtividade e alinhamento às metas e objetivos da organização. Tais critérios são essenciais para que a empresa tenha sucesso e agem de modo a evidenciar a relevância de investir em programas educacionais corporativos para a gestão de pessoas.

Estes programas fazem a articulação de modo coerente das competências de cada colaborador com o intuito geral do negócio. É um passo importantíssimo para que os processos da corporação continuem inovando e crescendo.

Entretanto, vários aspectos estão prejudicando os resultados obtidos com técnicas de treinamento em empresas.

Muitos colaboradores se ausentam em determinadas reuniões de capacitação em virtude de tarefas acumuladas ou somente por aquela demanda que precisava ser entregue no fim do dia.

É por isso, que uma das metodologias que tem se destacado para a educação corporativa é o EAD – Ensino à Distância. Geralmente, trata-se de um treinamento de custo muito baixo – principalmente em relação aos métodos tradicionais – e que se destaca pela adaptação à necessidade de qualquer pessoa.

Por meio do ensino à distância, o funcionário atua na realização de uma autogestão de seus procedimentos de aprendizado e acaba se tornando responsável por tudo aquilo que aprende.

Isso é importante para a gestão de pessoas, a partir da premissa de que funcionários empoderados têm motivação de forma constante e não são desistentes. Além disso, eles também acabam por desenvolver capacidades relevantes para a produção profissional:

  • tempo gerido;
  • aprimoramento comunicativo;
  • problemas resolvidos rapidamente;
  • informações retidas;
  • emocional controlado.

 

Inovando com o EAD

Uma realidade inovadora de aprendizagem revelou o caráter urgente de gerir estrategicamente pessoas com foco em procedimentos diferentes e inovadores, alheios aos utilizados de forma tradicional. Isso teve amplificação a partir de avanços da tecnologia e consequentemente, no mercado de trabalho.

Desse modo, o EAD ganhou força nos procedimentos responsáveis por gerir pessoas e, atualmente, disponibiliza várias vantagens em comparação às metodologias convencionais de treinamento de empresas.

Pontuações positivas relacionadas ao ensino à distância:

  1. Comodidade

Nos treinamentos convencionais, o colaborador necessita acompanhar um determinado cronograma. O problema é que, por vezes, o período que os gestores escolhem ou o tempo de curso acabam interrompendo a produtividade de equipe.

Cursos virtuais acabam evitando tal obstáculo quando possibilitam maiores comodidade e flexibilidades em relação ao aprendizado. Estes colaboradores estão aptos a criar rotinas de estudo com base nas necessidades, sem que se perca o foco profissional.

  1. Comprometimento

Sem um instrutor, a metodologia acaba exigindo que o estudante tenha um comprometimento total relacionado aos estudos, de modo a cumprir suas atividades de forma responsável. Tal ação se reflete em procedimentos profissional e na maneira como os funcionários devem lidar com os objetivos estipulados.

  1. Custos reduzidos

Estes treinamentos que são realizados à distância delimitam vários gastos. Não há a necessidade de se locomover ou preparar estruturas físicas. Por isso, são destacados pela porcentagem de até 66% mais em conta do que quaisquer âmbitos de ensino presencial.

Os treinamentos EAD também podem destacar-se por um custo benefício aprimorado e têm maior acesso por não haver sofrimento com transtornos de localização geográfica, faixa etária ou período.

  1. Redução de taxas de evasão

Essa capacitação é flexível e age efetivamente na redução de taxas de evasão, promovendo uma elevação de sua procura.

Pesquisas apontam que desistências nas modalidades de educação corporativa à distância é de somente 3% e seu retorno para as companhias pode alcançar a 34%. Por isso, não é necessário ter medo de fazer o investimento neste método, acreditando que os colaboradores desistirão durante o treinamento.

  1. Avaliação de métricas

Já diziam grandes estudiosos que: não há como fazer o gerenciamento daquilo que não se pode mensurar, além de não ser possível mensurar aquilo que não tem definição, como também não há definição daquilo que não se pode compreender e, ainda, que não existe sucesso onde não há gerenciamento.

Isso reflete o que, de fato, é a razão para que os empreendimentos acompanhem os indicadores de desempenho de colaboradores e de técnicas aderidas.

É, portanto, necessário que se monitore todas as métricas para que ocorra a certificação de que as técnicas procedidas estejam de fato trazem resultados positivos. Isso é, de um jeito fácil, alcançado em comparativo de dados alcançados anteriormente e posteriormente ao método implementado.

 

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5 maneiras de a inteligência artificial te ajudar no trabalho, em vez de roubar teu emprego

Empresas inovadoras já usam algoritmos para melhorar a produtividade da equipe e recrutar profissionais

Muito se fala na ameaça que a inteligência artificial (IA) representaria para o futuro do trabalho, com mais pessoas perdendo seus empregos para as máquinas. Empreendedores como Mark Zuckerberg e Richard Branson já comentaram, recentemente, como será necessário dar uma ajuda econômica para os profissionais com dificuldades em se recolocar, na medida em que a automatização e a robotização avançarem.

Mas há estudos mais otimistas sobre o futuro do trabalho. A McKinsey, por exemplo, estimaque apenas 5% dos empregos serão eliminados pela IA, enquanto a grande maioria poderá aproveitar justamente os benefícios das novas tecnologias para se aperfeiçoar e ser mais eficiente em suas funções.

Seria uma questão, então, de entender como as inovações que vêm surgindo podem ajudar a melhorar nosso dia a dia profissional. E há pelo menos cinco formas de empresas, profissionais e até recrutadores serem beneficiados pela inteligência artificial, segundo reportagem da Fast Company:

Recrutamento e procura por trabalho

Se um dos principais potenciais da IA for o de encontrar a informação correta, ou mais apropriada, entre milhares ou milhões de dados, significa também que será possível identificar o melhor candidato entre todos os que desejarem determinada vaga. E, se você tiver o perfil ideal para alguma oportunidade, pode ser mais fácil ser notado mesmo sem aquela indicação profissional que ajuda muita gente.

Alexander Rinke, CEO da Celonis, companhia que usa a inteligência artificial para ajudar em processos seletivos, diz que a tecnologia pode auxiliar as empresas a reduzir até 30% de custos no processo de recrutamento.

Esse, inclusive, é o modelo de negócios da startup brasileira Jobecam, que utiliza entrevistas por vídeo para unir candidatos e companhias. Entre os muitos que se interessam por cada oportunidade, a empresa usa algoritmos para selecionar aqueles com as qualidades procuradas na vaga, e entrega os nomes ideais já filtrados aos recrutadores.

Aumentando a produtividade

Cruzando inúmeros dados e aprendendo com as experiências passadas, também é possível identificar as formas mais produtivas de trabalhar. É o que garante John Furneaux, CEO da Hive Workspaces, empresa que administra espaços de coworking na Índia.

A companhia monitorou mais de 30 mil ações do cotidiano profissional e descobriu, por exemplo, que homens são mais produtivos na parte inicial do dia, enquanto as mulheres tendem a trabalhar de forma mais eficiente após o almoço. Também foi possível identificar que as mulheres atrasam menos as próprias tarefas enquanto conversam em janelas de chat. Já os trabalhadores do sexo masculino se distraem e demoram mais para entregar o que precisam.

Igualdade nos pagamentos

A inteligência artificial pode ainda ajudar a distribuir de forma mais justa os salários, evitando grandes gargalos entre a chefia e os níveis mais baixos da hierarquia. Identificando particularidades dos profissionais, como grau de estudo, cursos complementares e experiência, plataformas de compensação mensuram as gradações mais apropriadas entre os salários em cada nível gerencial.

“A inteligência artificial pode ajudar a resolver os gargalos entre os salários, como os que existem entre o CEO e o trabalhador da base do organograma. Para cada US$ 1 ganho por um funcionário, um presidente de empresa chega a receber US$ 5 mil em algumas empresas da Fortune 500”, afirma Tanya Jansen, cofundadora da beqom, uma dessas plataformas.

Encontros quase presenciais

Outra possibilidade intrigante para a IA é uni-la à realidade aumentada. Em videoconferências, por exemplo, combinar as duas tecnologias pode resultar em chamadas quase presenciais, e na captação de dados sobre linguagem corporal, discursos e outros aspectos humanos. Assim, conhecer candidatos para vagas e ter reuniões comerciais, por exemplo, torna-se bem mais produtivo, afirma Christa Manning, líder de pesquisas na Deloitte. “Imagine estar em uma videoconferência com um colega e ter impressões diretas de seu estilo de se comunicar e perceber a melhor forma de interagir com ele”.

Liderança mais confiável

A Indiggo existe há 15 anos como plataforma de gestão empresarial, e desde então acumula dados que, hoje, seu algoritmo de IA, chamado “indi”, guarda em seu cérebro eletrônico.

Com todo esse histórico de como funcionam as empresas que usam a plataforma, o indi é capaz de estimar quanto tempo é perdido na companhia com base no tamanho do time de gestores.

O algoritmo analisa os calendários de atividades, entre outros fatores, e depois dá sugestões de mudanças com base nas prioridades da companhia. A ideia é gerir o tempo da melhor forma possível e, dessa forma, aperfeiçoar as lideranças.

 

Compartilhado de: Época Negócios

 

Trilhas de aprendizagem: o que são e para quê servem

Vivemos em um ambiente onde as mudanças são constantes e a tecnologia evolui de forma exponencial. Para se adaptarem ao mercado e se manterem competitivas, as empresas precisam se reinventar a cada dia, desenvolver novas competências, inovar. E isso só acontece a partir do desenvolvimento de seus colaboradores.

Há anos atrás, a Educação Corporativa focava em ações isoladas, por exemplo: se fosse identificada a necessidade dos gestores aprenderem a dar feedback, era desenvolvido um treinamento com esta finalidade, o público-alvo era treinado e pronto. A partir dali, os gestores teriam “aprendido” as novas técnicas e estariam aptos a dar ótimos feedbacks.

Atualmente, sabe-se que a aprendizagem deve ser compreendida como um processo contínuo. Ela se dá a partir da interação do indivíduo com estímulos do meio em que vive, causando mudança de comportamento. A partir desse conceito, o foco da Educação Corporativa passa a ser outro: ao invés de cursos e programas, o objetivo é entregar profissionais que apresentem o desempenho esperado pela empresa.

E o que isso significa?

A área de Treinamento e Desenvolvimento deve se preocupar em garantir que ocorra a transferência de aprendizagem, ou seja, que o colaborador possa demonstrar a aquisição ou a mudança de comportamento em seu dia-a-dia de trabalho. Para que isso aconteça, a Educação Corporativa precisa proporcionar experiências completas de aprendizagem.

É dentro desse contexto que surgem as trilhas de aprendizagem, sequências integradas de experiências, estruturadas, com a finalidade de proporcionar a aprendizagem das competências necessárias ao desempenho em diferentes atividades e perfis dentro da empresa.

Diferentes das grades de treinamento, que são um conjunto de cursos obrigatórios a determinado cargo, as trilhas de aprendizagem apresentam características que possibilitam uma aprendizagem contínua, mais centrada no participante e suas necessidades de desenvolvimento, sem perder o foco nas necessidades de desenvolvimento da própria empresa.

Características das trilhas de aprendizagem

A primeira característica das trilhas é a flexibilidade. É possível trabalhar com soluções de aprendizagem obrigatórias e outras elegíveis pelo colaborador. No caso de trilhas eletivas, o colaborador é incentivado a ser o protagonista de seu desenvolvimento, uma das principais competências nos dias atuais.

A segunda caraterística é o conceito de experiência completa de aprendizagem. As trilhas são desenhadas pensando no pré e pós treinamento, ou seja, que sequência de experiências poderão ser proporcionadas aos participantes de forma que eles possam efetivamente apreender as novas competências requeridas.

Por fim, a terceira característica das trilhas de aprendizagem é a diversidade de estímulos. A fim de que os objetivos de aprendizagem e desempenho sejam alcançados, a educação corporativa pode lançar mão de diferentes soluções e recursos instrucionais.

Alguns exemplos: cursos presenciais ou online, tutoria, vídeos, fóruns, chats, participação em congressos ou seminários, mentoria, coaching, atividades on the job, livros e apostilas, participação em projetos, entre outros.

Para planejar quais ações farão parte de cada trilha de aprendizagem, é preciso realizar, previamente, uma análise bem estruturada. Conhecer profundamente o público e as necessidades de aprendizagem e desempenho é fundamental para que as trilhas não representem apenas uma sequência de atividades, mas sim estratégias educacionais que proporcionem uma continuidade no desenvolvimento dos colaboradores.

Veja as vantagens na utilização de trilhas de aprendizagem:

 

– Possibilita que o colaborador tenha uma visão mais clara das competências necessárias.

 

– Nivela conhecimentos necessários.

 

– Estimula o autodesenvolvimento, permitindo que os colaboradores tenham autonomia na escolha das trilhas que deseja percorrer.

 

– Proporciona um ambiente de aprendizagem contínua.

 

– Potencialização do processo de aprendizagem a partir de diferentes estímulos.

 

– Associa a Educação Corporativa aos processos de desenvolvimento de carreira e plano de sucessão, possibilitando que o colaborador defina metas de aprendizagem de acordo com seus objetivos.

 

As trilhas de aprendizagem ampliam a capacidade de aprendizagem da empresa. Ao desenvolver seus colaboradores de forma contínua, a empresa estará também desenvolvendo sua capacidade de se reinventar e se adaptar a um ambiente em constante processo de mutação.

 

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Mensurar resultados de treinamento é tão importante quanto investir em qualificação

A forma mais inteligente de engajar e reter talentos nos negócios e, consequentemente, melhorar seus serviços é investir em pessoas.

Quanto mais investimento houver para o desenvolvimento e crescimento dos colaboradores, maior será a vontade deles de se aplicarem e mais valorizados eles se sentirão para realizar as atividades diárias.

Para planejar a qualificação das equipes, a primeira coisa a se fazer, segundo especialistas que atuam neste segmento, é o levantamento das necessidades do treinamento.

Existem algumas perguntas básicas que podem ajudar nesse processo:

O que quero melhorar? Para que preciso treinar? Por que preciso treinar? Para quem esse treinamento é importante?

Alexandre Slivnik, especialista em gestão de pessoas, com especialização em Harvard – Graduate Schoool of Education, diretor da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) explica que somente através das respostas desses questionamentos, será possível identificar quais os pontos principais a serem desenvolvidos no negócio.

“O desenrolar desse planejamento deve ser feito diariamente, através do treinamento formal em uma sala de aula ou, até mesmo, no dia-a-dia no próprio ambiente de trabalho. O ponto principal é estar em constante evolução”, defende Slivnik.

Pensando no Retorno Sobre Investimento (ROI), existem diversas ferramentas que ajudam a identificar esse resultado.

“A mais fácil de ser utilizada é analisar um grupo que tenha recebido o treinamento e outro que não tenha participado de nenhum e fazer a comparação de resultados entre eles, antes, durante e depois das ações de desenvolvimento”, explica Alexandre.

Esses dados são importantes porque auxiliam na identificação de problemas e na implementação de treinamentos mais efetivos, ajudando a quantifica-los.

Para usar essa informação, visando ajustes e melhorias nos processos, antes de mais nada é preciso entender que os números servem para ajudar o gestor a entender a eficácia das suas ações de desenvolvimento.

“Ao analisar os números, será possível identificar se o treinamento obteve resultado e se existem colaboradores que precisam participar mais alguma vez dessa formação”, aponta o especialista em gestão de pessoas.

Infelizmente, de acordo com a PwC – prestadora de serviços de qualidade em auditoria – apenas 13% das empresas mensuram ações de treinamento para seus funcionários. Alexandre atribui a isso ao fato que muitos gestores ainda acham que mensurar essas atividades é algo subjetivo e por consequência essa parte de mensurar as principais fases do treinamento acaba não sendo realizada.

Contudo, ele ressalta que a educação corporativa pode trazer grandes benefícios e estratégias efetivas para o negócio e para isso é importante ter o ciclo completo: levantar as necessidades, planejar um treinamento adequado e avaliar os resultados efetivos.

“Em cada etapa, é preciso sempre fazer associações aos objetivos da organização, para que tenhamos um alinhamento cada vez mais estratégico”, aponta.

“É preciso transformar em números as ações efetivas que foram implantadas após cada etapa de desenvolvimento”, destaca.

Experimente o mindfulness

Nos EUA, Canadá e Europa, a técnica capaz de desenvolver o foco, conhecida por mindfulness, recebe aceitação cada vez maior nas organizações. Empresas como a Apple, Nike, Deutsche Bank e Google a têm usado intensamente em seu benefício.
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O Google oferece aos funcionários um curso de 20 horas tão popular, que milhares de Googlers o fazem todos os anos. Atualmente, a maior máquina de buscas do mundo exporta uma fórmula de mindfulness conhecida pelo programa Procure em Você (Search Inside Yourself).
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Mas, o que exatamente é mindfulness?
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A atenção plena é uma forma simples e eficaz de meditação que permite que você controle seus pensamentos e comportamentos. Além disso, trata-se de uma técnica que desenvolve a capacidade de foco. Pesquisas recentes demonstram que perto da metade do nosso já escasso tempo é gasto em estados de pura viagem mental em que estamos ligados em tudo e ao mesmo tempo não prestamos atenção a nada.
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A atenção plena reverte esse hábito, ao mesmo tempo em que reduz o estresse, a ansiedade e a depressão. Não é pouca coisa, já que esses são nossos verdadeiros inimigos número 1, segundo ranking da ONU. O que um grande número de pessoas ainda não sabe é que o stress consome nossa energia – mas o mindfulness a reconstrói.
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Outra grande sacada do mindfulness foi descobrir que ele ativa a percepção para coisas novas. Quando mais você pratica, mais você fixa sua âncora no presente. Isso nos torna conectados a coisas como contexto e perspectiva.
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Mas qual é a razão pela qual a atenção plena está se tornando tão popular nas empresas?
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Embora os benefícios da atenção plena sejam muitos, a razão mais importante parece ser a sua capacidade de melhorar diretamente o desempenho. Em uma sociedade de economia capitalista, qualidades como produtividade e desempenho estão no topo da lista.
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Mesmo assim, o mindfulness não é só sobre performance e produtividade. Há várias outras razões importantes pelas quais as empresas estão fazendo do mindfulness uma prioridade. Se você enxerga sua carreira como uma estrada diante de seus olhos, considere as cinco razões abaixo capazes de alavancá-la em boa medida.
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1. Atenção plena é antídoto do estresse. O estresse é mais que um assassino de desempenho; é um assassino de pessoas. Nos países desenvolvidos da era globalizada, 75% do custo saúde estão relacionado ao estresse; ele está por trás de doenças como pressão alta, câncer, doenças cardiocirculatórias, derrames, insônia, depressão e ansiedade.

2. A atenção plena melhora a capacidade de nos concentrarmos em uma coisa a cada vez. Foco está em tudo que você deseja fazer bem feito. O mindfulness ensina a evitar distrações e trazer concentração ao seu trabalho. Embora você possa ser vítima do padrão multitarefas – atenção dispersiva em tudo e muito pouca produtividade -, a atenção plena ajuda a acabar com esse inimigo. Mente focada é mente produtiva.

3. A atenção plena aumenta a criatividade. Aqui reside uma verdadeira pérola. Em muitas empresas – ou no trabalho autônomo – criatividade é igual à remuneração. Agora, é preciso fazer alguma coisa porque criatividade é algo que depende de um estado mental focado, limpo e livre de stress.

4. Exercícios de atenção plena vão melhorar sua inteligência emocional (IE). A IE é o “plus a mais” intangível em cada um de nós. Afeta como administramos o comportamento, a forma como navegamos pelas complexidades sociais e o alcance das decisões que tomamos visando resultados positivos.  Décadas de pesquisa apontam para a IE como o fator crítico que separa os atores principais do resto do grupo. É uma maneira poderosa de concentrar sua energia na direção capaz de gerar resultados tremendos.

5. Mindfulness faz de você uma pessoa melhor por fora e dentro. Estudo de Harvard encontrou fortes conexões entre mindfulness e comportamento prossocial. Pessoas que meditavam do jeito mindfulness mostraram mais compaixão e bondade para com os outros. Há algo no sentir-se presente que resgata o melhor das pessoas.

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Tudo junto e reunido, a atenção consciente pode melhorar seu desempenho no agora e sua capacidade no futuro. Experimente, e você ficará surpreso com os resultados.
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Descubra os indicadores de recrutamento ideais para sua empresa

Como você já sabe, o recrutamento e a seleção são o ponto de partida do relacionamento entre o colaborador e a sua empresa. Por isso, esses processos precisam acontecer de maneira alinhada! Assim, a empresa consegue contratar o profissional mais adequado às suas expectativas. É por esse motivo que os indicadores de recrutamento passaram a ter um papel fundamental na identificação do perfil ideal para cada vaga.

Neste artigo, falaremos sobre a importância de analisar os indicadores de recrutamento e, logo após, faremos uma lista com os principais. Continue a leitura e descubra como essa análise pode ajudar a fazer melhores contratações!

A importância de analisar os indicadores de recrutamento

Você já pode ter ouvido falar muito sobre os indicadores de produtividade e a sua importância para medir a performance dos colaboradores, que são a base para a tomada de decisões quanto às ações a serem implementadas na empresa.

Os indicadores de recrutamento funcionam mais ou menos da mesma maneira. O diferencial é que eles ajudam a melhorar o desempenho da empresa ainda no processo de contratação! A eficácia deles é fundamental para captar aqueles profissionais mais talentosos, mas também para tornar a seleção um processo mais curto, eficaz e sem desperdício de recursos financeiros.

Logo, ter indicadores de recrutamento te ajuda a estabelecer quais fases do recrutamento podem ser melhoradas, a eficácia da triagem de currículos, baixar a taxa de turnover em contratações recentes, diminuir o tempo entre o recebimento do currículo até o fechamento da vaga entre outros.

Os melhores indicadores de recrutamento para a sua empresa

Depois de conhecer a importância dos indicadores de recrutamento para o seu RH, é hora de aprender mais sobre eles. A seguir, mostraremos alguns dos principais que podem ser aplicados no cotidiano corporativo e tornarão as contratações mais alinhadas às necessidades da sua empresa!

Número de currículos recebidos

Antes de partir para as próximas fases, uma das primeiras métricas a serem analisadas pelos recrutadores diz respeito ao número de currículos recebidos. Quanto mais aplicações, maiores as chances de encontrar o candidato ideal para preencher a vaga.

Aliás, esse número também indica se o trabalho do RH foi executado de maneira adequada nos meios de divulgação, se a descrição das vagas foi bem trabalhada, bem como se a imagem da marca no mercado tem atraído os melhores profissionais.

Mas, para garantir que a métrica seja adequada, você precisa levar em consideração uma triagem eficaz, capaz de identificar aqueles profissionais diferenciados.

Custo de contratação

Todo processo seletivo exige uma certa quantidade de recursos da empresa, e é importante saber qual é esse valor para evitar gastos exagerados. O cálculo desse indicador de recrutamento pode ser feito de maneira simples: basta dividir o total gasto pela quantidade de vagas preenchidas durante a seleção.

Por exemplo, se a organização teve que gastar uma grande quantidade de recursos durante a divulgação das vagas, você pode ajudar a diminuir esse valor por meio de algumas iniciativas – como o uso maior das redes sociais na hora de captar os colaboradores que farão parte da equipe.

Tempo de contratação

É essencial dar atenção especial ao tempo de contratação. Isso porque quanto mais demorado for o recrutamento, mais dinheiro será gasto para escolher o profissional certo! Além disso, um alto tempo gasto nesse processo aponta falhas na seleção.

Outro fator a ser levado em consideração é o tempo médio que as vagas ficam abertas para que sejam enviados os currículos. Por exemplo, se algumas áreas demoram a conquistar um número de candidatos o suficiente para que a escolha possa ser feita, isso aponta a necessidade de novas estratégias para a divulgação de vagas.

Para realizar o cálculo, você precisa dividir o tempo total gasto no preenchimento das vagas pelo número de vagas abertas.

Número de processos concluídos no prazo

Falando em tempo de contratação, outro indicador de recrutamento próximo e de igual importância é o número de processos concluídos dentro do prazo. O cumprimento de prazos é algo essencial para empresas que precisam lidar com outras tarefas em seu dia a dia, ainda mais quando se trata do RH.

Se as vagas demoram a ser fechadas, isso pode indicar um problema em relação à atratividade de talentos para a empresa. Logo, você precisa ligar um alerta! Para fazer o cálculo correto é preciso dividir o número de processos atrasados pelo total de vagas e multiplicá-lo por 100 – o total será o percentual de atrasos.

Custo de rotatividade

Geralmente, a realização de processos de recrutamento e seleção é necessária devido à saída de colaboradores. Por isso, avaliar a rotatividade é essencial! Por meio dela é possível contabilizar não só as despesas com o pagamento de rescisões contratuais, mas também os custos com novas contratações, além do investimento na qualificação dos indivíduos contratados.

O cálculo desse indicador é simples, basta dividir o total gasto pelo número de renovações realizadas no período analisado. Aliás, a partir dele é possível identificar se o recrutamento está de fato sendo efetuado de maneira eficaz, mas também se os processos internos estão alinhados, se os benefícios e salários condizem com o que é praticado no mercado, entre outros aspectos.

Taxa de turnover em contratações recentes

taxa de turnover está ligada à rotação de colaboradores. Quando aplicadas em contratações recentes, elas podem prover insights de diversos tipos para você, entre eles: a qualidade do processo seletivo, a qualidade do processo de onboarding (treinamento realizado quando um novo profissional entra para a empresa) e também a capacidade da organização em reter talentos.

Para medi-la é necessário dividir o número de profissionais recém-admitidos que saíram da organização pelo número de contratados. A partir disso, o departamento de Recursos Humanos pode aumentar a eficácia de contratações, detectar insatisfações de entrantes e saber exatamente o que falta para a organização contratar de fato aqueles colaboradores alinhados à cultura organizacional e que têm mais chances de permanecerem em seus cargos.

Taxa de conversão do funil de contratações

O funil de contratações pode ser dividido em quatro partes: candidatos do processo, candidatos qualificados, candidatos finalistas e candidatos contratados. Cada uma das partes deve ser acompanhada de perto e ajudará a medir a eficácia do recrutamento!

Imagine, por exemplo, que o recrutador tenha avaliado todos os candidatos qualificados e não tenha encontrado nenhum que se encaixe nas funções exigidas do cargo. Isso indica a necessidade de uma base maior de candidatos no processo e, a partir disso, um plano de ação que consiga atrair os talentos certos, desde a divulgação até o envio de currículos.

Como vimos, a seleção é um fator crítico de sucesso para qualquer organização. Por isso, é fundamental que você trabalhe com os melhores indicadores de recrutamento para reconhecer as oportunidades de melhorias no processo seletivo e fazer contratações mais acertadas.

 

Compartilhado de: Solides

 

Treinamentos não podem ser vistos como peso

O treinamento está se tornando algo cada vez mais esporádico dentro das organizações. Entre os motivos, está o alto custo, a necessidade de tirar os funcionários de suas funções por determinado tempo e a falta de assertividade.

Como o retorno dos treinamentos não tem sido tão positivo quanto poderia, as empresas estão investindo cada vez menos nesses programas e os colaboradores acabam sendo prejudicados.

Parar de fazer algo quando não está mais percebendo bons resultados é comum, ao invés de tentar identificar os problemas e buscar soluções para resolvê-los, é uma atitude que faz parte da nossa natureza.

Se a forma com que o treinamento na sua empresa é aplicado não está devolvendo resultados positivos, a solução não é parar de aplicá-los, mas, sim, rever os modelos e práticas e encontrar formas que façam mais sentido para seus funcionários.

Treinar e capacitar os colaboradores não pode ser considerado um custo a mais, um peso para o orçamento. Os treinamentos são muito importantes no desenvolvimento dos profissionais, pois os capacitam a realizar um bom trabalho e contribuir para o crescimento da empresa.

Além disso, esses programas também contribuem para o engajamento do funcionário, pois é uma forma de investir na sua carreira profissional, e conhecimento e experiência é algo que ele pode levar para o resto da vida.

Novos modelos de treinamento

Se o programa de treinamento da sua empresa não está dando certo, talvez seja o momento de rever o modelo aplicado e pensar em novas formas de treinar os funcionários. Um dos problemas dos treinamentos de hoje é que os funcionários não acreditam muito na sua eficácia. Passam algumas horas escutando uma pessoa falar e absorvem poucas informações relevantes que vão o ajudar de fato no trabalho.

A forma que aplicamos treinamentos é chata e cansativa, não mexe com o lado criativo dos profissionais e não desperta a curiosidade deles sobre o assunto tratado. Para engajar, esses treinamentos precisam trazer para perto os funcionários, envolvê-los com atividades que coloquem o aprendizado em prática naquele momento.

A tecnologia também ampliou nossas possibilidades de capacitar as equipes. Hoje, é possível unir especialistas de todo o mundo em um único lugar e entregar uma solução online de treinamento ao colaborador, que também tem a possibilidade de criar seu próprio cronograma de aprendizado, sem prejudicar suas tarefas do dia a dia.

Investir no treinamento dos funcionários não é apenas mais um gasto financeiro, pois o capital humano é o bem mais importante de uma organização e capacitar a força de trabalho é primordial para melhorar os resultados da empresa e obter crescimento nos negócios. Os treinamentos são investimentos que dão retorno em longo prazo, mas, mesmo que leve tempo, são resultados compensadores e que fazem a diferença.

Compartilhado de: callcenter.inf.br