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Como inovar sua gestão de pessoas através da educação corporativa?

Todo empreendedor deseja que seus colaboradores tenham produtividade e alinhamento às metas e objetivos da organização. Tais critérios são essenciais para que a empresa tenha sucesso e agem de modo a evidenciar a relevância de investir em programas educacionais corporativos para a gestão de pessoas.

Estes programas fazem a articulação de modo coerente das competências de cada colaborador com o intuito geral do negócio. É um passo importantíssimo para que os processos da corporação continuem inovando e crescendo.

Entretanto, vários aspectos estão prejudicando os resultados obtidos com técnicas de treinamento em empresas.

Muitos colaboradores se ausentam em determinadas reuniões de capacitação em virtude de tarefas acumuladas ou somente por aquela demanda que precisava ser entregue no fim do dia.

É por isso, que uma das metodologias que tem se destacado para a educação corporativa é o EAD – Ensino à Distância. Geralmente, trata-se de um treinamento de custo muito baixo – principalmente em relação aos métodos tradicionais – e que se destaca pela adaptação à necessidade de qualquer pessoa.

Por meio do ensino à distância, o funcionário atua na realização de uma autogestão de seus procedimentos de aprendizado e acaba se tornando responsável por tudo aquilo que aprende.

Isso é importante para a gestão de pessoas, a partir da premissa de que funcionários empoderados têm motivação de forma constante e não são desistentes. Além disso, eles também acabam por desenvolver capacidades relevantes para a produção profissional:

  • tempo gerido;
  • aprimoramento comunicativo;
  • problemas resolvidos rapidamente;
  • informações retidas;
  • emocional controlado.

 

Inovando com o EAD

Uma realidade inovadora de aprendizagem revelou o caráter urgente de gerir estrategicamente pessoas com foco em procedimentos diferentes e inovadores, alheios aos utilizados de forma tradicional. Isso teve amplificação a partir de avanços da tecnologia e consequentemente, no mercado de trabalho.

Desse modo, o EAD ganhou força nos procedimentos responsáveis por gerir pessoas e, atualmente, disponibiliza várias vantagens em comparação às metodologias convencionais de treinamento de empresas.

Pontuações positivas relacionadas ao ensino à distância:

  1. Comodidade

Nos treinamentos convencionais, o colaborador necessita acompanhar um determinado cronograma. O problema é que, por vezes, o período que os gestores escolhem ou o tempo de curso acabam interrompendo a produtividade de equipe.

Cursos virtuais acabam evitando tal obstáculo quando possibilitam maiores comodidade e flexibilidades em relação ao aprendizado. Estes colaboradores estão aptos a criar rotinas de estudo com base nas necessidades, sem que se perca o foco profissional.

  1. Comprometimento

Sem um instrutor, a metodologia acaba exigindo que o estudante tenha um comprometimento total relacionado aos estudos, de modo a cumprir suas atividades de forma responsável. Tal ação se reflete em procedimentos profissional e na maneira como os funcionários devem lidar com os objetivos estipulados.

  1. Custos reduzidos

Estes treinamentos que são realizados à distância delimitam vários gastos. Não há a necessidade de se locomover ou preparar estruturas físicas. Por isso, são destacados pela porcentagem de até 66% mais em conta do que quaisquer âmbitos de ensino presencial.

Os treinamentos EAD também podem destacar-se por um custo benefício aprimorado e têm maior acesso por não haver sofrimento com transtornos de localização geográfica, faixa etária ou período.

  1. Redução de taxas de evasão

Essa capacitação é flexível e age efetivamente na redução de taxas de evasão, promovendo uma elevação de sua procura.

Pesquisas apontam que desistências nas modalidades de educação corporativa à distância é de somente 3% e seu retorno para as companhias pode alcançar a 34%. Por isso, não é necessário ter medo de fazer o investimento neste método, acreditando que os colaboradores desistirão durante o treinamento.

  1. Avaliação de métricas

Já diziam grandes estudiosos que: não há como fazer o gerenciamento daquilo que não se pode mensurar, além de não ser possível mensurar aquilo que não tem definição, como também não há definição daquilo que não se pode compreender e, ainda, que não existe sucesso onde não há gerenciamento.

Isso reflete o que, de fato, é a razão para que os empreendimentos acompanhem os indicadores de desempenho de colaboradores e de técnicas aderidas.

É, portanto, necessário que se monitore todas as métricas para que ocorra a certificação de que as técnicas procedidas estejam de fato trazem resultados positivos. Isso é, de um jeito fácil, alcançado em comparativo de dados alcançados anteriormente e posteriormente ao método implementado.

 

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5 maneiras de a inteligência artificial te ajudar no trabalho, em vez de roubar teu emprego

Empresas inovadoras já usam algoritmos para melhorar a produtividade da equipe e recrutar profissionais

Muito se fala na ameaça que a inteligência artificial (IA) representaria para o futuro do trabalho, com mais pessoas perdendo seus empregos para as máquinas. Empreendedores como Mark Zuckerberg e Richard Branson já comentaram, recentemente, como será necessário dar uma ajuda econômica para os profissionais com dificuldades em se recolocar, na medida em que a automatização e a robotização avançarem.

Mas há estudos mais otimistas sobre o futuro do trabalho. A McKinsey, por exemplo, estimaque apenas 5% dos empregos serão eliminados pela IA, enquanto a grande maioria poderá aproveitar justamente os benefícios das novas tecnologias para se aperfeiçoar e ser mais eficiente em suas funções.

Seria uma questão, então, de entender como as inovações que vêm surgindo podem ajudar a melhorar nosso dia a dia profissional. E há pelo menos cinco formas de empresas, profissionais e até recrutadores serem beneficiados pela inteligência artificial, segundo reportagem da Fast Company:

Recrutamento e procura por trabalho

Se um dos principais potenciais da IA for o de encontrar a informação correta, ou mais apropriada, entre milhares ou milhões de dados, significa também que será possível identificar o melhor candidato entre todos os que desejarem determinada vaga. E, se você tiver o perfil ideal para alguma oportunidade, pode ser mais fácil ser notado mesmo sem aquela indicação profissional que ajuda muita gente.

Alexander Rinke, CEO da Celonis, companhia que usa a inteligência artificial para ajudar em processos seletivos, diz que a tecnologia pode auxiliar as empresas a reduzir até 30% de custos no processo de recrutamento.

Esse, inclusive, é o modelo de negócios da startup brasileira Jobecam, que utiliza entrevistas por vídeo para unir candidatos e companhias. Entre os muitos que se interessam por cada oportunidade, a empresa usa algoritmos para selecionar aqueles com as qualidades procuradas na vaga, e entrega os nomes ideais já filtrados aos recrutadores.

Aumentando a produtividade

Cruzando inúmeros dados e aprendendo com as experiências passadas, também é possível identificar as formas mais produtivas de trabalhar. É o que garante John Furneaux, CEO da Hive Workspaces, empresa que administra espaços de coworking na Índia.

A companhia monitorou mais de 30 mil ações do cotidiano profissional e descobriu, por exemplo, que homens são mais produtivos na parte inicial do dia, enquanto as mulheres tendem a trabalhar de forma mais eficiente após o almoço. Também foi possível identificar que as mulheres atrasam menos as próprias tarefas enquanto conversam em janelas de chat. Já os trabalhadores do sexo masculino se distraem e demoram mais para entregar o que precisam.

Igualdade nos pagamentos

A inteligência artificial pode ainda ajudar a distribuir de forma mais justa os salários, evitando grandes gargalos entre a chefia e os níveis mais baixos da hierarquia. Identificando particularidades dos profissionais, como grau de estudo, cursos complementares e experiência, plataformas de compensação mensuram as gradações mais apropriadas entre os salários em cada nível gerencial.

“A inteligência artificial pode ajudar a resolver os gargalos entre os salários, como os que existem entre o CEO e o trabalhador da base do organograma. Para cada US$ 1 ganho por um funcionário, um presidente de empresa chega a receber US$ 5 mil em algumas empresas da Fortune 500”, afirma Tanya Jansen, cofundadora da beqom, uma dessas plataformas.

Encontros quase presenciais

Outra possibilidade intrigante para a IA é uni-la à realidade aumentada. Em videoconferências, por exemplo, combinar as duas tecnologias pode resultar em chamadas quase presenciais, e na captação de dados sobre linguagem corporal, discursos e outros aspectos humanos. Assim, conhecer candidatos para vagas e ter reuniões comerciais, por exemplo, torna-se bem mais produtivo, afirma Christa Manning, líder de pesquisas na Deloitte. “Imagine estar em uma videoconferência com um colega e ter impressões diretas de seu estilo de se comunicar e perceber a melhor forma de interagir com ele”.

Liderança mais confiável

A Indiggo existe há 15 anos como plataforma de gestão empresarial, e desde então acumula dados que, hoje, seu algoritmo de IA, chamado “indi”, guarda em seu cérebro eletrônico.

Com todo esse histórico de como funcionam as empresas que usam a plataforma, o indi é capaz de estimar quanto tempo é perdido na companhia com base no tamanho do time de gestores.

O algoritmo analisa os calendários de atividades, entre outros fatores, e depois dá sugestões de mudanças com base nas prioridades da companhia. A ideia é gerir o tempo da melhor forma possível e, dessa forma, aperfeiçoar as lideranças.

 

Compartilhado de: Época Negócios

 

Trilhas de aprendizagem: o que são e para quê servem

Vivemos em um ambiente onde as mudanças são constantes e a tecnologia evolui de forma exponencial. Para se adaptarem ao mercado e se manterem competitivas, as empresas precisam se reinventar a cada dia, desenvolver novas competências, inovar. E isso só acontece a partir do desenvolvimento de seus colaboradores.

Há anos atrás, a Educação Corporativa focava em ações isoladas, por exemplo: se fosse identificada a necessidade dos gestores aprenderem a dar feedback, era desenvolvido um treinamento com esta finalidade, o público-alvo era treinado e pronto. A partir dali, os gestores teriam “aprendido” as novas técnicas e estariam aptos a dar ótimos feedbacks.

Atualmente, sabe-se que a aprendizagem deve ser compreendida como um processo contínuo. Ela se dá a partir da interação do indivíduo com estímulos do meio em que vive, causando mudança de comportamento. A partir desse conceito, o foco da Educação Corporativa passa a ser outro: ao invés de cursos e programas, o objetivo é entregar profissionais que apresentem o desempenho esperado pela empresa.

E o que isso significa?

A área de Treinamento e Desenvolvimento deve se preocupar em garantir que ocorra a transferência de aprendizagem, ou seja, que o colaborador possa demonstrar a aquisição ou a mudança de comportamento em seu dia-a-dia de trabalho. Para que isso aconteça, a Educação Corporativa precisa proporcionar experiências completas de aprendizagem.

É dentro desse contexto que surgem as trilhas de aprendizagem, sequências integradas de experiências, estruturadas, com a finalidade de proporcionar a aprendizagem das competências necessárias ao desempenho em diferentes atividades e perfis dentro da empresa.

Diferentes das grades de treinamento, que são um conjunto de cursos obrigatórios a determinado cargo, as trilhas de aprendizagem apresentam características que possibilitam uma aprendizagem contínua, mais centrada no participante e suas necessidades de desenvolvimento, sem perder o foco nas necessidades de desenvolvimento da própria empresa.

Características das trilhas de aprendizagem

A primeira característica das trilhas é a flexibilidade. É possível trabalhar com soluções de aprendizagem obrigatórias e outras elegíveis pelo colaborador. No caso de trilhas eletivas, o colaborador é incentivado a ser o protagonista de seu desenvolvimento, uma das principais competências nos dias atuais.

A segunda caraterística é o conceito de experiência completa de aprendizagem. As trilhas são desenhadas pensando no pré e pós treinamento, ou seja, que sequência de experiências poderão ser proporcionadas aos participantes de forma que eles possam efetivamente apreender as novas competências requeridas.

Por fim, a terceira característica das trilhas de aprendizagem é a diversidade de estímulos. A fim de que os objetivos de aprendizagem e desempenho sejam alcançados, a educação corporativa pode lançar mão de diferentes soluções e recursos instrucionais.

Alguns exemplos: cursos presenciais ou online, tutoria, vídeos, fóruns, chats, participação em congressos ou seminários, mentoria, coaching, atividades on the job, livros e apostilas, participação em projetos, entre outros.

Para planejar quais ações farão parte de cada trilha de aprendizagem, é preciso realizar, previamente, uma análise bem estruturada. Conhecer profundamente o público e as necessidades de aprendizagem e desempenho é fundamental para que as trilhas não representem apenas uma sequência de atividades, mas sim estratégias educacionais que proporcionem uma continuidade no desenvolvimento dos colaboradores.

Veja as vantagens na utilização de trilhas de aprendizagem:

 

– Possibilita que o colaborador tenha uma visão mais clara das competências necessárias.

 

– Nivela conhecimentos necessários.

 

– Estimula o autodesenvolvimento, permitindo que os colaboradores tenham autonomia na escolha das trilhas que deseja percorrer.

 

– Proporciona um ambiente de aprendizagem contínua.

 

– Potencialização do processo de aprendizagem a partir de diferentes estímulos.

 

– Associa a Educação Corporativa aos processos de desenvolvimento de carreira e plano de sucessão, possibilitando que o colaborador defina metas de aprendizagem de acordo com seus objetivos.

 

As trilhas de aprendizagem ampliam a capacidade de aprendizagem da empresa. Ao desenvolver seus colaboradores de forma contínua, a empresa estará também desenvolvendo sua capacidade de se reinventar e se adaptar a um ambiente em constante processo de mutação.

 

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Experimente o mindfulness

Nos EUA, Canadá e Europa, a técnica capaz de desenvolver o foco, conhecida por mindfulness, recebe aceitação cada vez maior nas organizações. Empresas como a Apple, Nike, Deutsche Bank e Google a têm usado intensamente em seu benefício.
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O Google oferece aos funcionários um curso de 20 horas tão popular, que milhares de Googlers o fazem todos os anos. Atualmente, a maior máquina de buscas do mundo exporta uma fórmula de mindfulness conhecida pelo programa Procure em Você (Search Inside Yourself).
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Mas, o que exatamente é mindfulness?
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A atenção plena é uma forma simples e eficaz de meditação que permite que você controle seus pensamentos e comportamentos. Além disso, trata-se de uma técnica que desenvolve a capacidade de foco. Pesquisas recentes demonstram que perto da metade do nosso já escasso tempo é gasto em estados de pura viagem mental em que estamos ligados em tudo e ao mesmo tempo não prestamos atenção a nada.
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A atenção plena reverte esse hábito, ao mesmo tempo em que reduz o estresse, a ansiedade e a depressão. Não é pouca coisa, já que esses são nossos verdadeiros inimigos número 1, segundo ranking da ONU. O que um grande número de pessoas ainda não sabe é que o stress consome nossa energia – mas o mindfulness a reconstrói.
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Outra grande sacada do mindfulness foi descobrir que ele ativa a percepção para coisas novas. Quando mais você pratica, mais você fixa sua âncora no presente. Isso nos torna conectados a coisas como contexto e perspectiva.
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Mas qual é a razão pela qual a atenção plena está se tornando tão popular nas empresas?
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Embora os benefícios da atenção plena sejam muitos, a razão mais importante parece ser a sua capacidade de melhorar diretamente o desempenho. Em uma sociedade de economia capitalista, qualidades como produtividade e desempenho estão no topo da lista.
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Mesmo assim, o mindfulness não é só sobre performance e produtividade. Há várias outras razões importantes pelas quais as empresas estão fazendo do mindfulness uma prioridade. Se você enxerga sua carreira como uma estrada diante de seus olhos, considere as cinco razões abaixo capazes de alavancá-la em boa medida.
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1. Atenção plena é antídoto do estresse. O estresse é mais que um assassino de desempenho; é um assassino de pessoas. Nos países desenvolvidos da era globalizada, 75% do custo saúde estão relacionado ao estresse; ele está por trás de doenças como pressão alta, câncer, doenças cardiocirculatórias, derrames, insônia, depressão e ansiedade.

2. A atenção plena melhora a capacidade de nos concentrarmos em uma coisa a cada vez. Foco está em tudo que você deseja fazer bem feito. O mindfulness ensina a evitar distrações e trazer concentração ao seu trabalho. Embora você possa ser vítima do padrão multitarefas – atenção dispersiva em tudo e muito pouca produtividade -, a atenção plena ajuda a acabar com esse inimigo. Mente focada é mente produtiva.

3. A atenção plena aumenta a criatividade. Aqui reside uma verdadeira pérola. Em muitas empresas – ou no trabalho autônomo – criatividade é igual à remuneração. Agora, é preciso fazer alguma coisa porque criatividade é algo que depende de um estado mental focado, limpo e livre de stress.

4. Exercícios de atenção plena vão melhorar sua inteligência emocional (IE). A IE é o “plus a mais” intangível em cada um de nós. Afeta como administramos o comportamento, a forma como navegamos pelas complexidades sociais e o alcance das decisões que tomamos visando resultados positivos.  Décadas de pesquisa apontam para a IE como o fator crítico que separa os atores principais do resto do grupo. É uma maneira poderosa de concentrar sua energia na direção capaz de gerar resultados tremendos.

5. Mindfulness faz de você uma pessoa melhor por fora e dentro. Estudo de Harvard encontrou fortes conexões entre mindfulness e comportamento prossocial. Pessoas que meditavam do jeito mindfulness mostraram mais compaixão e bondade para com os outros. Há algo no sentir-se presente que resgata o melhor das pessoas.

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Tudo junto e reunido, a atenção consciente pode melhorar seu desempenho no agora e sua capacidade no futuro. Experimente, e você ficará surpreso com os resultados.
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Treinamentos não podem ser vistos como peso

O treinamento está se tornando algo cada vez mais esporádico dentro das organizações. Entre os motivos, está o alto custo, a necessidade de tirar os funcionários de suas funções por determinado tempo e a falta de assertividade.

Como o retorno dos treinamentos não tem sido tão positivo quanto poderia, as empresas estão investindo cada vez menos nesses programas e os colaboradores acabam sendo prejudicados.

Parar de fazer algo quando não está mais percebendo bons resultados é comum, ao invés de tentar identificar os problemas e buscar soluções para resolvê-los, é uma atitude que faz parte da nossa natureza.

Se a forma com que o treinamento na sua empresa é aplicado não está devolvendo resultados positivos, a solução não é parar de aplicá-los, mas, sim, rever os modelos e práticas e encontrar formas que façam mais sentido para seus funcionários.

Treinar e capacitar os colaboradores não pode ser considerado um custo a mais, um peso para o orçamento. Os treinamentos são muito importantes no desenvolvimento dos profissionais, pois os capacitam a realizar um bom trabalho e contribuir para o crescimento da empresa.

Além disso, esses programas também contribuem para o engajamento do funcionário, pois é uma forma de investir na sua carreira profissional, e conhecimento e experiência é algo que ele pode levar para o resto da vida.

Novos modelos de treinamento

Se o programa de treinamento da sua empresa não está dando certo, talvez seja o momento de rever o modelo aplicado e pensar em novas formas de treinar os funcionários. Um dos problemas dos treinamentos de hoje é que os funcionários não acreditam muito na sua eficácia. Passam algumas horas escutando uma pessoa falar e absorvem poucas informações relevantes que vão o ajudar de fato no trabalho.

A forma que aplicamos treinamentos é chata e cansativa, não mexe com o lado criativo dos profissionais e não desperta a curiosidade deles sobre o assunto tratado. Para engajar, esses treinamentos precisam trazer para perto os funcionários, envolvê-los com atividades que coloquem o aprendizado em prática naquele momento.

A tecnologia também ampliou nossas possibilidades de capacitar as equipes. Hoje, é possível unir especialistas de todo o mundo em um único lugar e entregar uma solução online de treinamento ao colaborador, que também tem a possibilidade de criar seu próprio cronograma de aprendizado, sem prejudicar suas tarefas do dia a dia.

Investir no treinamento dos funcionários não é apenas mais um gasto financeiro, pois o capital humano é o bem mais importante de uma organização e capacitar a força de trabalho é primordial para melhorar os resultados da empresa e obter crescimento nos negócios. Os treinamentos são investimentos que dão retorno em longo prazo, mas, mesmo que leve tempo, são resultados compensadores e que fazem a diferença.

Compartilhado de: callcenter.inf.br

Culture Code: o que é e como construir o da sua empresa

Para entender o que é um Culture Code, é preciso entender que todas as empresas possuem uma identidade, e são vistas por seus colaboradores e clientes de uma certa maneira.

Por exemplo: A Google é uma empresa conhecida por ser dinâmica, inovadora, tecnológica e empreendedora. Ela é reconhecida como tal, não apenas por ter criado um produto tecnológico que revolucionou o mundo da internet, mas também por possuir essas características internamente e mostrá-las para o mundo.

Agora que você já sabe como a identidade de uma organização funciona, está na hora de entender o que é o Culture Code e qual a sua importância. Vamos lá?

O que é Culture Code

Seja planejado ou não, todas as empresas tem uma cultura. A definição mais conhecida atualmente da palavra cultura é: um conjunto de padrões de comportamento, crenças, conhecimentos, costumes etc.

Essa definição pode ser aplicada para entender a comunidade de uma organização. Afinal, todas as empresas têm sua respectiva cultura, mas o que define o código de cultura de cada uma?

Culture Code é o conjunto de princípios orientadores que definem como uma empresa funciona, o que ela valoriza e acredita, quais tipos de colaboradores ela busca para atingir alta performance e como ela se desenvolve.

O Culture Code não serve somente para empresas, apesar desta aplicação ser a mais comum. O culture code de uma nação por exemplo, ajuda a entender as respostas comportamentais que caracterizam seus cidadãos.

Qual a diferença entre cultura organizacional e Culture Code?

Culture Code nada mais é que a formalização da cultura organizacional.

Ele é um modelo muito mais completo e atual da definição da missão e valores de uma empresa. Nele consistem todas as práticas da empresa, como os processos internos funcionam e em que a empresa acredita.

Além disso, ele ainda serve como uma ferramenta de alinhamento entre os colaboradores e a organização.

Quando uma empresa possui um culture code, fica muito mais fácil determinar se um candidato possui ou não fit cultural, visto que tudo que a empresa acredita estará em um documento só.

autodesenvolvimento é impulsionado, pois ao ler o Culture Code, cada um saberá quais daqueles pontos necessitam ser apurados para atingir melhores resultados de acordo com o que a companhia preza.

Qual é a importância dele para uma empresa

Segundo Gandhi, nossas crenças se tornam nossos pensamentos. Nossos pensamentos se transformam em nossas palavras. Nossas palavras viram nossas ações. Nossas ações se tornam hábitos. Nossos hábitos, valores. E nossos valores tornam-se nosso destino.

A partir do momento que uma empresa estabelece seus valores e cria seu culture code, ele se torna o parâmetro para determinar o que é certo e errado. Ele é o guia mais importante para os colaboradores, todos o utilizam. Ter um Culture Code significa possuir um time coeso e harmonioso que compartilha os mesmos valores.

O Culture Code não ajuda apenas a atrair pessoas incríveis, ele amplifica suas habilidades e os auxilia a desempenhar suas funções da melhor maneira disponível. Alinhar os valores permite o alcance de novos e melhores resultados. É uma coisa que todos podem se orgulhar de fazer parte.

Ele aumenta a união das equipes e sua interação, fortalece a identidade da organização e motiva os colaboradores a dar seu melhor sempre.

Como registrar o Culture Code da sua empresa

Elaborar um Culture Code não é um processo tão complicado quanto parece. Para montar o da sua empresa é muito esclarecedor ter o de outras como base. Alguns exemplos bons para se inspirar são: HubSpot, Netflix e RDStation.

Ele pode possuir qualquer tamanho, mas quanto mais detalhado melhor. O culture code da Netflix tem mais de quatro mil palavras, enquanto o da empresa Clarabridge são apenas 3 frases:

  • Somos investidos no poder da honestidade;
  • Determinados a conquistar através do trabalho em equipe e;
  • Famintos para construir, crescer e aprender.

 

Para determinar o Culture Code, siga estes 3 passos simples:

  • Realize pesquisas e estabeleça um conjunto de valores fundamentais. (Para isso, você poderá manter grupos focais e escutar seus colaboradores),
  • Reunindo as informações, verá que existirão temas comuns: valores e crenças compartilhadas.
  • Liste-os e destaque os atributos chave que definem o que sua empresa se preocupa. (Por exemplo: autogerenciamento, meritocracia, honestidade, etc).
  • Depois de definir os valores, monte um documento detalhando cada um e porque eles são importantes.

 

O mais importante é ter certeza que ele define a empresa com assertividade e da melhor maneira possível. Ainda se sentindo um pouco perdido? Leia um fragmento do Culture Code da Netflix:

“Nossa filosofia central é o processo excessivo das pessoas . Mais especificamente, temos grandes pessoas trabalhando juntas como uma equipe de sonhos . Com essa abordagem, somos uma organização mais flexível, divertida, estimulante, criativa e bem-sucedida.

O que é especial sobre a Netflix, porém, é o quanto nós:

  • Incentivamos a tomada de decisão independente pelos funcionários
  • Compartilhamos informações abertamente, de forma ampla e deliberada
  • Somos extraordinariamente francos uns com os outros
  • Mantemos apenas nossas pessoas altamente eficazes
  • Evitamos regras. “

 

Compartilhado de: Solides

RH estratégico: entenda como a tecnologia é uma aliada

Maximizar a eficiência de qualquer processo de gestão é vital para manter a competitividade de uma empresa no mercado. Mesmo com um serviço de qualidade, ainda é bem difícil garantir um preço acessível e bons lucros se os processos administrativos são caros e ineficientes, em especial no que diz respeito à gestão de pessoas.

Por isso, é muito importante ter a atuação de um RH estratégico, que maximize a eficiência dos processos internos. O auxílio para o aumento da qualidade pode vir de várias formas, mas a tecnologia, de fato, é considerada a melhor ajuda possível. Por exemplo, quando se trata de coordenar equipes grandes com deslocamentos por toda a cidade, meios tradicionais de controle podem não ser suficientes.

No post de hoje, mostraremos ações para um setor de RH estratégico, que utilize recursos avançados com muito mais eficiência. Acompanhe!

1. Como é a atuação do setor de RH

A área de Recursos Humanos de uma empresa é conhecida por lidar com o recrutamento, a avaliação e a capacitação de todos os seus colaboradores. É a partir desse setor que os demais são nutridos com membros de equipe qualificados.

Por muito tempo, ele era diretamente atrelado ao Departamento Pessoal, responsável por coordenar horários, fazer pagamentos e receber a documentação dos funcionários. Isso acabou estigmatizando o RH como um segmento de burocracia, quando, na verdade, esta é apenas uma das suas camadas.

De forma geral, a área de Recursos Humanos é dividida em três partes:

  • RH operacional: ligado à administração de pessoal, coordenação direta das equipes e outras atuações mais práticas;
  • RH tático: focado no desenvolvimento de capacidade. É aquela parte que promove ações para melhorar o desempenho da equipe, evitando erros e desperdícios;
  • RH estratégico: lida diretamente com o capital humano, decidindo em que parte da empresa investir os recursos para que haja o melhor rendimento possível.

A boa atuação desse setor envolve uma coordenação eficiente entre essas três partes. Não basta fazer uma contratação operacional e deixar o processo de lado. É importante ter uma postura ativa, sempre avaliando o desempenho e buscando formas de melhorá-lo. É aí que entra a tecnologia.

2. Vantagens da tecnologia para o RH estratégico

2.1. Facilidade para integrar informações

Uma das funções mais úteis de toda ferramenta de gestão é a agenda compartilhada. Trata-se, simplesmente, de uma linha do tempo com as tarefas de todos os membros da equipe. Essa apresentação de informações facilita uma atuação conjunta, mesmo que todos os colaboradores estejam espalhados.

Para a gestão de custos, por exemplo, isso significa que o RH saberá exatamente o que, onde e quando cada colaborador está fazendo, mediante informações concentradas em um sistema único. Com isso, evitam-se conflitos de dados e retrabalho com conferências, otimizando o tempo de todos os gestores.

Não apenas as equipes de RH ganham, mas também os colaboradores, que não precisam se preocupar com burocracias. Por exemplo, ao acessarem um sistema de gestão de táxis, o pagamento é faturado, evitando transtornos com recibos perdidos ou prestação de contas no caso de receber valores adiantados.

2.2. Facilitar a avaliação de desempenho da equipe

O uso da tecnologia tem como objetivo, entre outras coisas, acompanhar a atuação de todos os colaboradores. Digamos que alguma equipe tem causado perdas em parte de seu lucro, mas você não sabe por quê.

Softwares de gestão e coleta de dados podem apontar que o problema está, por exemplo, em uma má administração de horários, prejudicando a produtividade.

Uma boa atitude do RH estratégico, nesse contexto, seria rever as atividades do seu capital humano. Assim, a qualidade do trabalho aumenta e os lucros voltariam ao patamar normal.

2.3. Oferecer dados precisos para a tomada de decisões

No exemplo anterior, falamos sobre uma forma de atuação dos colaboradores e de que maneira isso afetou o desempenho da empresa. Mas só foi possível descobrir que esta era a causa graças aos dados coletados pela tecnologia. Essa informação é o que baseia todas as decisões tomadas em relação à equipe, dando maior segurança à gestão.

O RH estratégico, assim como qualquer parte da empresa, não pode atuar sem uma base mínima de dados. Realizar grandes mudanças e alocações de capital sem saber quais serão os possíveis resultados quase sempre causa perdas elevadas.

2.4. Capacidade de gestão ampliada

Antigamente, uma equipe inteira era necessária apenas para fazer atualizações de cadastros, registros de documentos, checar táxis contratados para reembolso e conferir certos dados arquivados. Porém, com o crescimento dos sistemas de armazenamento em nuvem e automatização de vários processos, agora é possível compartilhar informações e poupar a equipe do trabalho burocrático.

Isso significa que uma pequena quantidade de funcionários pode coordenar um time bem maior e mais disperso, com detalhamentos eficientes sobre diversos pontos — o deslocamento das equipes, por exemplo. E como não haverá tantas tarefas operacionais, existe espaço para a atuação do RH estratégico.

2.5. Possibilidade de capacitar seus colaboradores

Já mencionamos que a capacitação é uma das tarefas mais importantes do setor de Recursos Humanos. Com o auxílio da tecnologia, tais treinamentos podem ser feitos com maior eficiência. Um exemplo comum é a criação de videoaulas e tutoriais interativos na plataforma da empresa. Além de reduzir os custos de tempo e dinheiro com aulas presenciais, também permite que o conteúdo esteja sempre disponível.

A atuação do RH estratégico, portanto, tem a ver também com o investimento nesse tipo de educação.

2.6. Redução dos custos de administração

Por fim, o RH estratégico também atua na redução de custos da empresa. Saber onde alocar funcionários para que rendam mais é uma tarefa bem importante. E o mesmo vale para a atuação interna do setor, que deve achar formas rentáveis de atingir as suas próprias metas.

Como o sistema de gestão para RH estratégico agiliza a maior parte dos processos e exige menos funcionários para cumprir as mesmas tarefas, isso significa que o custo final será reduzido. Ter os fornecedores certos e um maior controle dos gastos, a fim de cortar custos desnecessários, significa ter recursos para investir em outros setores mais rentáveis.

3. As melhores tecnologias para o RH estratégico

Para encerrar o post, vamos apresentar 5 ferramentas que o profissional de RH pode usar no seu cotidiano de trabalho a fim de desenvolver uma atuação mais estratégica.

Todas elas são tecnologias que já estão disponíveis no meio corporativo e se tornam cada vez mais acessíveis. Portanto, estamos falando de ferramentas com implementação totalmente viável no seu negócio. Vamos ver quais são elas?

3.1. Sistema ERP

O sistema ERP é a primeira ferramenta da nossa lista porque nem pode mais ser considerada opcional. Se você ainda não tem um desses em sua empresa, é praticamente certo que está perdendo na corrida contra os seus concorrentes. Especialmente porque o ERP não é exclusivo de RH, mas um recurso para otimizar a gestão de todo o negócio.

O ERP (Enterprise Resource Planning) é um sistema informatizado que integra informações de diferentes setores da empresa: comercial, financeiro, produção, logística e, claro, Recursos Humanos também.

Dizemos que esta é uma ferramenta estratégica porque ela permite que o gestor tenha uma visão abrangente do negócio em seus vários aspectos, o que favorece uma tomada de decisão focada nas metas.

Nesse contexto, faz toda a diferença ter acesso a informações sobre a equipe. Com apenas alguns cliques, é possível ver quantos são os colaboradores, quem são eles e há quanto tempo estão trabalhando na empresa, além de verificar o seu histórico e desempenho.

3.2. Ferramenta de recrutamento online

O recrutamento é uma tarefa muito importante para o setor de RH. Pena que também seja uma das atividades que mais consomem tempo — e nem sempre nos processos estratégicos.

Existe, sim, muita burocracia envolvida no recrutamento. Felizmente, com uma ferramenta online, é possível automatizar essas etapas e concentrar esforços naquelas que valem mais a pena.

Por exemplo, com a ferramenta de recrutamento online, o gestor e a equipe de RH podem filtrar currículos de acordo com critérios pré-estipulados, sem precisar ler um por um. Outra possibilidade é aplicar testes iniciais, feitos pelos candidatos pelo computador. Eles geram uma nota automática, o que permite peneirar e seguir em frente apenas com os profissionais que apresentaram melhor resultado.

Graças a esse tipo de funcionalidade, você fica com mais tempo em mãos para as entrevistas ou dinâmicas. Essas são as etapas cruciais, em que é possível avaliar os candidatos por seu comportamento e seus valores. Portanto, do ponto de vista estratégico, faz todo o sentido que sua equipe foque nesses processos, automatizando os outros.

3.3. Big data Analytics

Uma empresa precisa saber o que seus colaboradores estão fazendo e dizendo online. Na verdade, deve até saber de que maneira os candidatos a uma vaga se comportam na internet, antes de se decidir pela sua contratação. Afinal de contas, se um funcionário estiver ligado a uma postura inadequada na rede — como fazer comentários ofensivos ou postar fotos impróprias —, isso pode denegrir a imagem da marca.

No entanto, como você deve imaginar, é inviável monitorar todas as ações virtuais de cada membro da sua equipe. Seria preciso contratar outros colaboradores só para executar essa tarefa! A menos, é claro, que você adote uma ferramenta tecnológica voltada a Big Data Analytics.

Big Data é um termo da Tecnologia da Informação que se refere a conjuntos de dados com alto volume e complexidade. Analytics é a análise desses conjuntos. Simplificando muito, o que essa ferramenta faz é gerar, organizar, armazenar e analisar uma enorme quantidade de dados. Assim, você consegue obter a informação relevante de que precisa sem ter uma fração do trabalho.

3.4. Redes sociais

Vimos que, por um lado, o que seus colaboradores colocam na internet pode ser perigoso para a empresa. Mas, por outro, o próprio empreendimento precisa se posicionar online.

Pense bem: todo mundo está lá! Quem não usa a internet hoje em dia? Ficar de fora do ambiente online é como voluntariamente escolher abrir sua empresa longe da rua mais movimentada da cidade. Você perde visibilidade e, claro, isso atrapalha os negócios.

Então, se quiser colocar a sua empresa na internet, as redes sociais são a melhor opção. E elas não são importantes apenas para o marketing. Na verdade, também são uma ferramenta essencial ao RH.

Você deve fazer com que suas redes sociais mostrem ao grande público por que é bom trabalhar na sua empresa, qual é a cultura empresarial, como o empreendimento se posiciona em relação a questões sociais e ambientais e assim por diante.

Dessa forma, é possível atrair mais profissionais com um perfil compatível com o da organização. Esse é exatamente o tipo de colaborador que você precisa recrutar para alavancar o negócio.

3.5. Aplicativos corporativos

Este é o último item da nossa lista, mas está longe de ser o menos importante. Na verdade, os apps corporativos têm alto potencial estratégico, por um simples motivo: eles são o tipo de ferramenta de implementação mais fácil. Basta instalar, fazer um cadastro e pronto. Dificilmente você vai precisar de muito planejamento, treinamento ou análises financeiras para adotar essa solução.

Um exemplo bem interessante é o app de táxi, que permite desburocratizar o transporte de colaboradores de um dia para o outro. Não é mais necessário fazer cotação de empresas, criar agendas para controlar as viagens, solicitar relatórios de reembolso e cópias de notas fiscais ou gastar o tempo da equipe financeira calculando e analisando os gastos. Imagine tudo que os colaboradores poderão fazer com o tempo economizado nessas atividades!

Como você viu, existem várias ferramentas tecnológicas excelentes para aperfeiçoar o trabalho do RH e tornar sua atuação mais estratégica. O sucesso dessa empreitada depende apenas de escolher as melhores opções para o perfil e as necessidades da sua empresa.

 

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