Turbine seus conhecimentos!

Afinal, qual a relação entre motivação no trabalho e a tecnologia?

O tempo das linhas de montagem, esteiras automáticas e metas rígidas já passou. Quase todas as empresas já sabem que, para obter o máximo de produtividade e o mínimo de erro, é preciso oferecer alguma motivação no trabalho. Funcionários são muito mais eficientes em suas próprias tarefas quando o fazem por vontade própria. E a tecnologia também tem demonstrado um papel forte nesse quesito.

No nosso primeiro exemplo, a modernização era pouco mais que uma forma de restringir o fluxo de trabalho. Felizmente, essa não se provou a melhor aplicação da tecnologia, ainda mais na era digital. Hoje em dia, a motivação no trabalho é um fator tão relevante quanto um cronograma bem elaborado. Sem o emprenho da equipe, nenhuma agenda se cumpre no prazo certo.

Ainda está em dúvida sobre como tecnologia e motivação estão relacionados? Veja aqui 7 formas como esses itens dialogam no dia a dia de uma empresa:

1. Eliminação do trabalho operacional “irrelevante”

Não entenda errado. Mesmo algumas tarefas operacionais extremamente triviais, como cortar papel e servir água, podem ser vitais para o melhor funcionamento de um negócio. Um colaborador que cumpra esse papel não é menos importante ou “irrelevante”. A questão está em como certas tarefas afetam a motivação no trabalho.

Determinados cargos têm alto volume de tarefas operacionais repetitivas, como organização de documentos e planilhas. Mesmo que sejam importantes, elas não costumam ser engajadoras, sempre deixando um gosto de “irrelevância” na atuação desse funcionário ao longo do tempo.

Felizmente, boa parte dessas tarefas já pode ser automatizada. Sem a obrigação de simplesmente manter o funcionamento das engrenagens, cada colaborador pode se dedicar a algo que lhe pareça mais relevante.

2. Menor desgaste em tarefas operacionais

Além da questão emocional/psicológica da relevância de uma tarefa, a exaustão também é um fator de destaque para motivação no trabalho. Quando alguém precisa realizar uma tarefa muito desgastante por longos períodos de tempo, é provável que os efeitos sejam notados em seu desempenho muito mais depressa. Especialmente se ela for repetitiva e tediosa.

Mais uma vez, uma simples automação ou auxílio tecnológico para reduzir o peso da tarefa já é o suficiente para motivar uma equipe exausta. Como adicional, a máquina pode cumprir esse tipo de função com maior sucesso do que qualquer ser humano. No fim das contas, a empresa ganhará de todos os lados.

3. Maior sensação de produtividade

A principal consequência da tecnologia de automação sobre a motivação no trabalho é o quanto cada colaborador poderá se dedicar ao que realmente lhes interessa. Já é de conhecimento comum que uma atuação estratégica é mais produtiva para a empresa do que uma sessão de digitações repetidas. E isso também é importe para os funcionários.

Ter tempo para observar sua rotina com calma e tomar a iniciativa em alguma ação empresarial pode fazer uma enorme diferença na atuação da sua equipe. Como já mencionamos, trabalhos realizados proativamente são menos cansativos e mais rentáveis do que a média. E a própria tecnologia pode contribuir para uma atuação estratégica.

4. Acesso aos recursos necessários

Algo que prejudica muito a motivação no trabalho é a falta de ferramentas, orçamento, material, mão de obra. Enfim, a falta de recursos básicos de forma geral. Trabalhar sem o suporte necessário contribui bastante para o desgaste mental e emocional, o que logo leva a uma perda de eficiência e de motivação. Logo se forma um círculo vicioso de perda de resultados, perda de desempenho e assim por diante.

Em muitos setores, a tecnologia é um recurso fundamental para cumprir determinadas metas. Não é possível trabalhar campanhas de marketing digital sem um computador e conexão à internet, por exemplo. Mas a tecnologia auxiliar também pode afetar bastante a motivação no trabalho, como é o caso da automação que já mencionamos várias vezes.

5. Entendimento mais amplo sobre a organização da empresa

Algo que leva muitos profissionais a estarem de corpo, mas não de alma, em uma empresa é o não entendimento sobre o quadro geral. A falta de um objetivo comum, por exemplo, costuma levar à desorientação da equipe, o que mais tarde contribui para sua desmotivação. Mas como a tecnologia pode mudar esse quadro?

Simples: mostrando exatamente como tudo funciona em conjunto. Um gestor pode tentar explicar como cada profissional influencia o desempenho final do produto ou serviço, mas se você possui um sistema que registra e ilustra o funcionamento da empresa, ele pode muito bem falar por si mesmo.

6. Comunicação facilitada entre os setores

Parte da motivação no trabalho vem da facilidade de cumprir determinadas tarefas. Muitas das quais envolvem um trabalho interseccional nos diferentes setores e perfis profissionais presentes. Marketing, vendas, atendimento e produção precisam estar em sintonia para dar conta das demandas dos clientes. Sem essa troca, é pouco provável que grandes projetos saiam do papel.

O uso de canais de comunicação, intranet e até o fornecimento de um celular empresarial já contribuem para essa troca. Estimulá-la é uma questão de cultura organizacional, mas facilitá-la é muito mais uma questão de recursos.

7. Parâmetros claros de desempenho e sucesso

Por fim, outro fator forte para determinar a motivação no trabalho é a sensação de progresso e sucesso. A tecnologia atual permite que praticamente qualquer estatística seja anotada e acompanhada como indicador de desempenho. Tendo um objetivo claro e bem numerado em vista, é bem mais fácil dizer para a equipe “continuem, estamos quase lá!”.

Além disso, é comprovado que uma equipe ou profissional com várias pequenas metas tende a ser mais eficiente do que outra que tente alcançar a mesma meta final. Em outras palavras, criar uma lista de “degraus” com prazos menores é melhor do que olhar apenas para o objetivo final. E com ferramentas para melhorar o planejamento, isso não deve ser um problema.

 

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Por que a fidelização de clientes é a melhor fonte de receita?

Existe uma resposta óbvia para a pergunta central deste post, mas antes de comparar custos de aquisição de clientes e de manutenção da base, é preciso fazer outra pergunta: a fidelização de clientes é um objetivo ou uma consequência?

Nesse caso, tem tudo a ver com o posicionamento da empresa. Quando se trabalha a inclusão de valores na experiência de compra, a fidelização é uma consequência orgânica — como objetivo, porém, ela pode ser superficial e instável.

Ao mesmo tempo em que as empresas devem buscar a almejada fidelização dos compradores, elas precisam compreender que não se trata apenas de indicadores e estatísticas — mas da criação de um vínculo.

No post de hoje trazemos um panorama da fidelidade dos consumidores e propomos uma revisão das estratégias do seu negócio. Boa leitura!

Caminhos possíveis para a fidelização de clientes

A primeira questão gira em torno do que significa fidelizar um cliente, que nada mais é do que a conquista da lealdade e preferência do comprador — pelo produto e pela empresa.

Essa relação é conquistada através do completo atendimento das necessidades dos clientes, superando em todos os aspectos o que a concorrência oferece.

Ou seja, mesmo com o comércio de commodities, que possui pouca variação entre os concorrentes, é possível conquistar a lealdade do comprador, agregando valores ao processo de compra.

Mapeamento das necessidades e jornada de compra

Saber o que o público-alvo precisa pode ser a estratégia perfeita para conquistar a fidelidade, pois permite investir em soluções realmente eficientes.

Um dos meios para isso é a análise das diferentes jornadas de compra que podem ser percorridas pelo comprador.

Com esse diagnóstico é possível identificar os perfis do consumidor abordando alguns pontos — os meios de contato preferenciais, as principais dúvidas sobre o produto, dificuldades logísticas da compra, entre outras questões.

Bancos privados possuem vários exemplos dessa estratégia, como é o caso da criação do atendimento gerencial por chat. Muitos correntistas possuíam demandas para tratar com seus gerentes de conta, mas não conseguiam ir à agência ou telefonar.

Com a oferta do chat no aplicativo do banco, vários clientes tiveram suas necessidades atendidas, o que gerou novos negócios.

Ações de antecipação de demandas e desejos

Se uma relação de fidelidade é construída no relacionamento, a confiança é um ingrediente fundamental.

Para conquistá-la, no entanto, é preciso demonstrar comprometimento com a satisfação dos clientes. E uma maneira de se alcançar o contentamento do consumidor é tomando atitudes proativas capazes de antecipar as soluções.

Sistemas de CRM e a utilização de relatórios de Business Intelligence são meios de prevenir demandas. Serviços de autoatendimento, por exemplo, também são ótimas ferramentas para a antecipação das necessidades dos clientes.

Vantagens do relacionamento de longo prazo

É evidente que o esforço de vendas para o cliente já fidelizado é muito menor do que para um possível comprador — também chamado de lead.

Eles já tiveram pelo menos uma experiência positiva de compra e, por isso, não são tão reticentes para experimentar algum produto novo.

Clientes fiéis também têm pleno conhecimento do produto e podem ter criado uma dependência deles. Alinhando essas informações com o histórico de compras, é possível, inclusive, estimar o momento certo de fazer uma nova oferta.

Aliás, isso, por si só, já seria uma antecipação da necessidade de recompra, mas as vantagens da fidelização vão muito além. Confira

Evangelização da marca

Um consumidor fidelizado tem um potencial ainda maior de novos negócios, pois pode disseminar a satisfação com a marca para outros potenciais compradores.

O cálculo é simples.

No passado, o cliente fiel foi um lead que, bem gerenciado, tornou-se leal à marca.

Os custos envolvidos nesse processo de captação e fidelização, porém, foram diluídos em um período maior de compras, fazendo com que o seu Life Time Value (LTV) — indicador que acompanha o lucro obtido ao longo do tempo com um cliente — seja mais satisfatório.

No caso dos evangelizadores, esse cálculo é ainda melhor. Além de gerar um bom lucro em seus negócios, individualmente, o cliente que divulga a empresa e faz indicações aumenta os ganhos oriundos dessa relação.

Vendas de up-sell e cross-sell

Uma das maneiras de gerar mais negócios com a base fidelizada é propor vendas up-sell e cross-sell — e elas são benéficas para todos os envolvidos na negociação.

No caso das vendas up-selling, a proposta é melhorar o modelo ou serviço que o ciente já possui, tornando sua experiência de consumo mais satisfatória.

Já no cross-selling, a ideia é agregar novos produtos e serviços ao que ele já possui para potencializar seus resultados.

Para que, tanto a empresa quanto o cliente sejam beneficiados nas vendas, as ofertas devem atender ao perfil do consumidor, reforçando assim o compromisso com a satisfação e a manutenção do relacionamento de longo prazo.

Estratégias de fidelização

Estratégias de fidelização devem ser construídas a partir do conhecimento sobre o perfil de consumo do público-alvo e com base nas características da empresa e do mercado.

Obedecendo a essa máxima, várias ações podem ser adotadas, tais como:

Qualidade em todos os canais de interação

A palavra de ordem deve ser qualidade, e ela deve ser percebida em todos os canais de interação da empresa.

Para isso, é preciso que eles estejam conectados, interagindo e oferecendo a mesma experiência de consumo, a chamada omnicanalidade.

Colaboradores preparados para buscar o sucesso do cliente

Os funcionários da empresa devem ser preparados para fazer com que cada consumidor obtenha êxito com os produtos ou serviços adquiridos.

Nesse caso, não se trata apenas dos vendedores e funcionários que atuam nas pontas do negócio, mas de todos que influenciam na qualidade dos serviços prestados.

A filosofia do sucesso deve ser disseminada por toda a empresa, melhorando as comunicações internas e os processos, para que os resultados sejam percebidos pelos compradores.

Investimentos inteligentes em tecnologia

Novas tecnologias chegam ao mercado a todo o momento — e trazem uma série de benefícios para o atendimento. Investir naquelas que potencializam os relacionamentos e surpreendem o público, também é uma forma de fidelizar os clientes.

Uma empresa que investe em novas formas de se comunicar — e em sistemas de logística mais eficientes — demonstra a seus clientes que está na vanguarda e sempre à procura de melhorar seus serviços — características que, com certeza, merecem a atenção e a lealdade dos usuários.

Monitoramento da satisfação e fidelização

Qualquer que seja a estratégia, a escolha de indicadores e o monitoramento de seus resultados é primordial para o sucesso.

Além disso, pesquisas de satisfação devem ser realizadas com uma certa frequência para confirmar que a base de clientes está satisfeita e fidelizada.

Como todas as estratégias devem estar alinhadas, o uso de tecnologias para a realização das pesquisas pode reforçar o posicionamento da empresa e a importância da opinião do seu público-alvo.

O envio de mensagens SMS no pós-atendimento, ao final da compra pelo site ou na interação pelas redes sociais são ótimas ações de monitoramento — além de disponibilizar dados específicos de cada canal.

Após todo esse panorama, esperamos que o questionamento sobre a importância da fidelização para a receita da empresa tenha sido esclarecido.

Estratégias para fidelização são necessárias para manter o negócio competitivo e alinhado com o seu público e, por isso, não se trata apenas de uma fonte imediata de lucro, mas da perpetuação da empresa.

Porém, conquistar a fidelização de clientes atualmente não é tão simples, pois exige dedicação e atenção às novas tendências do mercado. Quer discutir sobre esse assunto com seus pares de negócio? Então, compartilhe este post em suas redes sociais.

 

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Saiba como fazer a capacitação da equipe com tecnologia

Incorporar recursos tecnológicos às atividades de uma empresa já não é mais considerado uma opção ou um diferencial. Em termos simples, a organização que não passa por esse processo fica para trás.

Mas, se a tecnologia está tão disseminada, quais são os verdadeiros obstáculos à sua implementação?

Bem, um dos principais problemas é a falta de capacitação da equipe de colaboradores. E, neste artigo, vamos explorar seis estratégias para resolver essa situação. Confira!

Por que a capacitação da equipe é necessária?

Antes de trazer as dicas, vamos responder a uma dúvida comum: é possível trazer recursos tecnológicos novos a uma empresa sem realizar um treinamento específico com a equipe?

Se você respondeu que não, errou! É possível, sim. O problema está nos resultados dessa prática.

Quando a tecnologia é incorporada ao negócio sem que haja uma preparação adequada dos colaboradores que vão incorporá-la aos processos, os seguintes problemas aparecem, especialmente no começo:

  • resistência ao uso do novo recurso (o famoso medo da mudança);
  • frequentes situações de retrabalho, porque as atividades são feitas na base da tentativa e erro;
  • redução na produtividade, porque os colaboradores demoram para executar as tarefas;
  • queda do moral da equipe, que fica frustrada com os problemas adicionais no trabalho.

Como você pode imaginar, para evitar esses efeitos negativos durante a implementação da tecnologia, certamente vale a pena investir em qualificação.

Como realizar essa capacitação?

Essa é a dúvida de muitos gestores e empresários. Se você também se faz essa pergunta, continue a leitura e confira seis estratégias que podem ser utilizadas para a melhor capacitação dos funcionários:

1. Análise de habilidades

Esse é o primeiro passo. Identifique o que sua equipe precisa saber para usar o recurso tecnológico e, também, o que os funcionários já sabem.

É muito possível que alguns colaboradores já tenham algumas noções básicas — até mesmo por intuição — obtidas a partir de experiências pessoais ou de empregos anteriores.

Tenha em mente que investir em um treinamento para desenvolver uma habilidade que seus colaboradores já possuem é — além de um desperdício — muito desmotivante para quem participa.

Portanto, foque nos conhecimentos essenciais que eles ainda precisam desenvolver.

2. Planejamento de horas e orçamento

O segundo passo é definir quanto tempo e dinheiro sua empresa pode disponibilizar para a capacitação da equipe.

Existem algumas questões interessantes nesse ponto. Por exemplo: a preparação será no horário de trabalho? E qual será o ROI desse investimento?

Caso seja no horário de trabalho, é preciso programar as atividades para que haja o menor impacto possível sobre o andamento das atividades normais da empresa.

Uma alternativa possível é separar os colaboradores em dois grupos. Porém, tenha em mente que você terá um custo maior, pois todo o treinamento terá de ser feito em dobro.

Se optar por disponibilizar a formação fora do horário de trabalho, a participação não pode ser obrigatória. Nesse caso, há o risco de ausência de vários colaboradores. Então, é preciso investir mais na motivação da equipe para participar dessa atividade.

Em relação ao ROI — o retorno sobre o investimento — tenha consciência de que o treinamento deve trazer um benefício concreto à empresa. Do contrário, é simplesmente um desperdício de capital.

Para descobrir o ROI, é necessário fazer algumas estimativas. Você conseguiria calcular quanto a sua empresa vai ganhar com a maior produtividade dos colaboradores no uso da tecnologia? Ou, sob outro ponto de vista: quanto será economizado com a redução de falhas e retrabalhos?

3. Contratação de consultores

Chegamos a uma questão essencial. Quem vai capacitar a equipe? De fato, é possível organizar um treinamento aproveitando o pessoal interno que já sabe utilizar a ferramenta que está sendo implementada.

Porém, os resultados são muito melhores quando você traz um especialista capaz de explicar com clareza e responder a todas as dúvidas. É a clássica diferença entre saber fazer, apenas, e saber ensinar. Lembre-se de que, nessa situação, seus colaboradores são, basicamente, alunos.

Vale lembrar que esse especialista, o consultor, costuma cobrar um valor importante para oferecer treinamentos. Portanto, esse é um fator que você deve considerar na hora de planejar o orçamento.

4. Estabelecimento de formas de monitoramento e avaliação

Como saber se os colaboradores estão, de fato, aprendendo? Existem algumas alternativas que podem ser adotadas. Recomendamos que você as utilize em conjunto, para obter o melhor resultado.

Um dos meios mais simples é incluir a realização de provas durante o treinamento.

Porém, tenha em mente que essa é uma forma de avaliação do aprendizado, e não da aplicação.

Portanto, utilize também métricas de performance (KPIs), focados em identificar se os colaboradores estão colocando o treinamento em prática no dia a dia.

5. Oferecimento de certificações

Nós já falamos um pouco, nos itens anteriores, sobre o papel da motivação da equipe para que a capacitação seja bem-sucedida.

Se você quer incentivar sua equipe a participar do treinamento — e aproveitá-lo ao máximo — uma estratégia interessante é oferecer uma certificação àqueles que completarem o curso.

O certificado tem um valor como comprovação da habilidade adquirida — especialmente se carrega a chancela de uma empresa com boa credibilidade e reputação.

Os profissionais sabem que, para futuras oportunidades de carreira, um comprovante como esse é um diferencial.

6. Cultivo de um diálogo honesto

Quando há a implementação de uma nova tecnologia na empresa, os colaboradores — especialmente aqueles que não possuem muita intimidade com a ferramenta —, frequentemente, sentem-se inseguros.

Logo, rumores de que pessoas serão substituídas pelos novos recursos começam a se espalhar.

Como gestor, você provavelmente sabe que esse tipo de reação é exagerada. O software, em si, não ocasiona demissões. Porém, há um fundo de verdade: se um colaborador se recusa a acompanhar as mudanças, isso pode atrapalhar seu desempenho e sua imagem na organização.

Ele, então, passa a ser visto como um obstáculo, em vez de ser parte da força que move o negócio em direção à melhoria contínua.

Para evitar danos à moral da equipe, causados pelos rumores, um diálogo honesto é a solução. Seja claro ao explicar as vantagens da adoção de uma nova tecnologia. Além disso, é preciso ser transparente e explicitar os pontos negativos da não participação nos treinamentos.

 

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9 lições de liderança essenciais para empresários

Se você parar para analisar a história das grandes empresas mundiais, provavelmente perceberá um certo padrão: costuma haver 1 ou 2 profissionais por trás de tudo, atribuindo personalidade ao negócio — algumas vezes de forma positiva e em outras, nem tanto. De toda maneira, sempre é possível extrair ótimas lições de liderança desses exemplos.

Independentemente da nacionalidade ou do segmento em que o líder atua, uma coisa é certa: ele precisa dominar ao menos 2 grandes áreas: uma delas é o próprio negócio em que exerce sua liderança e a outra é a gestão de imagem e pessoas. Para entender melhor tudo isso, recrutamos 3 grandes líderes das últimas décadas para darem algumas aulinhas especialmente para você. Então aproveite!

3 lições de liderança de Bill Gates

Assim como sua fortuna, a fama de Bill Gates extrapola os 5 continentes. Faltando pouco tempo para completar 63 anos, o magnata e filantropo norte-americano foi o fundador da Microsoft. Com ele, você deve aprender que é preciso:

Ler sabiamente

Não tem como escapar: a leitura é a base da aquisição de conhecimentos valiosos. Para Bill Gates, um líder de sucesso precisa dominar todos os tipos de perspectiva, a fim de possibilitar que o profissional se torne mais criativo e um melhor estrategista. Ao ser capaz de pensar a respeito de um mesmo problema sob diferentes pontos de vista, Gates foi capaz de entender melhor as situações nas quais se encontrava e, consequentemente, tomar decisões mais assertivas. Então leia (e inclusive releia) de tudo! Afinal, a cada fase da vida nos tornamos outras pessoas, com olhares completamente diferentes.

Buscar a melhoria constante

Muitas pessoas até podem criticar o principal produto da maior empresa do Bill Gates por suas constantes atualizações. Mas enquanto uns pensam que as atualizações representam correções de problemas de um produto ruim, outros entendem que são melhorias de um produto em constante evolução. Mais uma vez, tudo depende do ponto de vista. Então aprenda com Gates a sempre se perguntar o que é possível fazer melhor.

Ajudar as pessoas

Bill Gates também é bastante conhecido por sua Fundação Bill e Melinda Gates, que promove pesquisas sobre a AIDS e outras doenças que atingem principalmente os países em desenvolvimento, além de novas fontes de energia limpas e sustentáveis. E, além disso, o magnata ainda faz muitas doações para a caridade, ensinando com isso que um bom líder não só pode como deve usar sua posição em prol das pessoas. Que tal incentivar seus colaboradores a prestarem serviços para uma ONG, por exemplo?

3 lições de liderança de Steve Jobs

Em apenas 56 anos de vida, Steve Jobs foi capaz de registrar seu nome na história recente da humanidade. Em vida, foi cofundador da Apple, revolucionando diversas indústrias — a exemplo da música, telefonia e computação. Com sua história, é possível aprender a necessidade de:

Ter foco

Um dos ensinamentos mais importantes de Jobs é que muito mais importante que saber o que se quer fazer é decidir o que não se quer fazer. Sabendo exatamente o que não queria, passava a explorar as outras alternativas possíveis. Walter Isaacson, autor da biografia de Steve Jobs, escreveu que o empresário levava os 100 mais importantes funcionários da Apple para um retiro e, no último dia, os questionava sobre as 10 coisas que eles deveriam fazer em seguida. Após a decisão do grupo e de observar os profissionais debatendo, riscava o que achava inviável e definia 3 coisas da lista final para colocar em prática.

Ser simples

Antes de mais nada, vale ressaltar que simplicidade não necessariamente significa humildade. O que Steve Jobs pregava (e que tomamos como uma de suas lições de liderança) é que a simplicidade é a suprema sofisticação. Por isso, Jobs pensava seus produtos de forma a poderem ser facilmente operados pelos clientes. Nas palavras dele, “é preciso muito esforço para fazer algo simples, para entender de verdade os desafios subjacentes e chegar a soluções elegantes”. Com muito esforço, acabou desenvolvendo máquinas ao mesmo tempo tão complexas e simples como os produtos da Apple.

Prezar pela qualidade

No entendimento de Jobs, o mais importante era manter o foco na qualidade. Por isso, enquanto a qualidade dos protótipos não atendesse a suas exigências, o produto não era lançado. Desde o simples detalhe de uma alça sem muita função prática no Mac para transmitir uma imagem amistosa para o aparelho até a eliminação de partes do iPhone que brigavam visualmente com a tela, tudo era exaustivamente avaliado. E, no fundo, ele tinha mesmo razão: o lucro não é imediato, mas vem juntamente com a qualidade.

3 lições de liderança de Barack Obama

Ser o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, ainda com ascendência africana, definitivamente não é tarefa fácil. E, para ser reeleito, Obama precisou demonstrar uma liderança exemplar. Com a história que vem escrevendo, você pode entender a importância de:

Acreditar nos projetos

Transmitir autoconfiança é premissa básica para qualquer gestor. Você não precisa transparecer que sabe de tudo! Mas, como Barack Obama faz, você precisa sim transmitir confiança em seus objetivos. O fato de acreditar em seus próprios projetos faz com que outras pessoas também acreditem e se engajem na realização das metas, sejam elas quais forem.

Engajar as pessoas

Enquanto a maioria dos políticos gosta de verbalizar as ações na primeira pessoa do singular (eu farei e eu consegui), Obama fez com que as pessoas se identificassem com ele ao usar constantemente o nós — está lembrado do famoso yes, we can? Ao se identificarem, diversos seguidores e parceiros passaram a ter as metas de Obama como suas! Essa inteligência pode ser chamada de liderança persuasiva, fazendo sua equipe se engajar na superação das metas.

Comunicar-se sempre

Uma valiosíssima lição de liderança consiste em aprender a se comunicar com diversos públicos. E o então presidente dos EUA sabe fazer isso muito bem, tendo que lidar com eleitores, investidores, aliados, políticos concorrentes e várias outras audiências. Da mesma forma, o gestor de uma empresa precisa se comunicar bem com seus funcionários, credores, fornecedores, parceiros e consumidores. E para fazer isso com maestria, Barack Obama lançou mão de diversas ferramentas: cartazes, entrevistas de TV, programas de rádio, e-mail marketing e redes sociais. O importante na trajetória é manter uma comunicação aberta com os públicos, falando, ouvindo e construindo em conjunto.

 

 

Compartilhado de: 99 CorpBlog

 

Empresas que enriquecem têm funcionários mais engajados – e vice-versa

Entre os fatores que mais contribuem para deixar as equipes satisfeitas estão as recompensas, identificação com a liderança e oportunidades de carreira.

Com a melhora da economia, os funcionários estão mais motivados nas empresas em que trabalham. O índice de engajamento é o maior desde 2011, de acordo com uma pesquisa da consultoria e corretora de seguros Aon.

O aumento tem relação com a melhora da economia e, consequentemente, com a alta da receita nas empresas. Empresas que enriqueceram viram a motivação de seus funcionários subir. A pesquisa aponta que um aumento de 3 pontos nos lucros está diretamente ligado a um crescimento de 5 pontos no engajamento no ano seguinte.

“As companhias passaram a investir no capital humano e bem-estar dos funcionários, pois perceberam que o colaborador engajado e verdadeiramente feliz se doa e entrega mais do que o esperado. Em um cenário macroeconômico ruim, esses são fatores que fazem a diferença no balanço final de cada organização”, esclarece Daniela Junqueira Segre, líder de consultoria em talento e engajamento da Aon Brasil.

Funcionários mais engajados falam bem da empresa para outras pessoas, ficam na companhia por mais tempo e têm resultados melhores, diz a pesquisa.

As empresas, portanto, vivem um ciclo virtuoso. Quanto maior o crescimento da receita, maior o engajamento. Ao mesmo tempo, funcionários motivados produzem mais e ajudam no avanço da companhia.

Entre os fatores que mais contribuem para deixar as equipes satisfeitas com o trabalho estão as recompensas e reconhecimento, identificação com a liderança e oportunidades de carreira. Uma das surpresas este ano foi o aumento da preocupação com o futuro dos funcionários. Eles querem maior exposição à liderança sênior e estar mais próximos das decisões estratégicas, diz o documento.

A pesquisa

O engajamento cresce desde 2002, com apenas uma pequena queda em 2016 principalmente por conta da crise econômica e dificuldades financeiras das companhias.

Cerca de 65% dos colaboradores está altamente engajado ou engajado, contra 21% que estão passivos e 14% ativamente desengajados. No ano anterior, o índice era de 63%.

Algumas regiões foram mais responsáveis por aumentar o nível global de engajamento. O índice cresceu 2 pontos na Europa, 3 na Ásia e 5 na África e se manteve estável nas Américas. A América Latina é a região que tem as equipes mais motivadas: o índice é de 75% na região. O Brasil viu uma queda no nível de engajamento, consequência da crise e redução do PIB no país em 2016.

O relatório avalia o engajamento de funcionários de mais de 1 mil organizações em todo o mundo, de diferentes tamanhos e mais de 60 setores estão representados. Seus dados são provenientes de mais de 8 milhões de respostas coletadas em 2016 e 2017.

 

Compartilhado de: Revista Exame

Startups que podem ajudar empresas a contratar e reter melhor seus colaboradores

Segundo uma pesquisa realizada pela IBM com seis mil executivos, 66% dos CEOs acreditam que a tecnologia vai gerar valor significativo ao RH, por estar sendo adotada pelas empresas de pequeno, médio e grande porte para reduzir e otimizar gastos nos processos, engajar colaboradores e ainda, diminuir riscos de erro humano, entre outras dificuldades enfrentadas pelo setor do departamento pessoal.

Ao perceberem essa oportunidade de negócio, as HRTechs, startups de soluções digitais para RH, trouxeram mudanças para o segmento oferecendo soluções e facilidades com o melhor custo e benefício para o mercado.

Segue abaixo algumas startups e seus benefícios que podem ajudar as empresas a contratar e reter melhor seus colaboradores:

Convenia: 

Software na nuvem de Gestão de Pessoas para PMEs, primeira plataforma de automação para o setor de RH que centraliza as informações dos colaboradores. Controlar férias, benefícios, administrar desligamentos, contratações e rotinas do departamento pessoal é um grande desafio para as empresas. Além disso, a startup oferece para o mercado soluções de gestão de benefícios. A empresa faz a venda de benefícios tradicionais como seguros saúde, vida, dental, previdência e opera um clube de vantagens próprio que oferece descontos para os funcionários de empresas clientes em mais de 300 estabelecimentos por todo o país.

Gupy: 

O sistema de recrutamento e seleção com inteligência artificial ajuda a empresa a estruturar seus processos seletivos, engajar todos os envolvidos e acertar nas contratações, em apenas alguns cliques. Por meio de Inteligência Artificial, e seus robôs programados coletam informações, preferências e movimentações dos candidatos dentro do software para entender e conectar a empresa que mais combina com o aquele determinado perfil profissional.

Talent Brand: 

Startup de recrutamento e seleção de candidatos, Talent aposta no mercado de HRTech com soluções de big data e hunting automatizado para encontrar os melhores profissionais de marketing, relacionamento e vendas mais apropriados para empresas de tecnologia.

2XS: 

Boutique de recrutamento para alta gerência, presidência e vagas estratégicas de liderança. É uma executive search que trabalha ao lado do cliente, aconselhando, encontrando e se aproximando dos melhores profissionais do mercado para auxiliar grandes empresas a encontrar a nova liderança. A empresa desenha soluções de recrutamento a partir do zero e de forma personalizada de acordo com as principais qualidades que as empresas parceiras estão buscando nos candidatos e assim, traçam a melhor estratégia para encontrar os profissionais que melhor se encaixam na vaga solicitada.

Love Mondays: 

Plataforma em que os profissionais avaliam as empresas onde trabalham, e por meio dessas avaliações é possível buscar a empresa ideal. Dessa forma é possível ter conhecimento dos salários e da satisfação dos colaboradores em cada uma das empresas disponíveis no banco de dados. De forma divertida, ela é considerada um instrumento muito legal de avaliação da empresa, além de ser uma ferramenta que avalia os salários de forma muito saudável.

Pin People: 

Solução de people analytics ajuda empresas a conhecer melhor suas pessoas ao longo da sua jornada – de candidatos a colaboradores -, permitindo uma tomada de decisão mais alinhada à estratégia/cultura organizacional e o aumento de engajamento, produtividade e retenção. A plataforma permite mapear as características de cada pessoa para saber qual empresa mais combina com ela. Além disso, pode ser usado tanto por quem busca empregos quanto por empresas que precisam recrutar novos funcionários.

 

Compartilhado de: Revista Melhor Gestão de Pessoas

Empresas buscam profissionais com alta capacidade de resolver problemas

A capacidade de resolução de problemas é uma das competências mais importantes que as empresas buscam nos profissionais de hoje. A Febracis, por exemplo, aponta que durante as dinâmicas e exercícios realizados nos processos seletivos, essa atribuição é altamente desejada pelas companhias.

Para a instituição, os profissionais que não têm medo de fazer perguntas, que dão atenção aos detalhes, não supõe, conclui a partir de uma análise estruturada, não têm pressa para implementar uma solução, não fica tentando encontrar culpados, têm paciência e autocontrole, têm alta performance profissional são os que possuem características fundamentais de um bom “solucionador de problemas”. A Febracis também compartilha 7 dicas para quem quer desenvolver essa característica.

Não se desespere:

A primeira reação de muitas pessoas diante do problema é se desesperar. O desespero leva à ansiedade, e a ansiedade destrói as chances de você conseguir aproveitar seus conhecimentos e experiência para resolver problemas. Portanto, ao ver um obstáculo, se tranquilize. Só assim você será capaz de elaborar um plano de ação que solucione a questão.

Mostre aos seus superiores que eles podem contar com você:

Ao verificar algum problema, elabore um plano de ação e leve-o aos seus superiores. Mostre quais são suas estratégias para solucionar a questão, o prazo que levará e as ferramentas que você precisa para concretizar as medidas propostas. Esse tipo de atitude mostra proatividade, transparência e organização, o que fará com que a alta liderança da empresa confie em você como um solucionador de problemas.

Compreenda o que de fato está acontecendo:

Quando surge uma adversidade, é fundamental que você não parta imediatamente para uma possível solução. Afobar-se para resolução do problema também não é nada bom: é preciso um equilíbrio. Assim sendo, pare por um instante e tente compreender a fundo como o problema começou, por que ele ocorreu para, aí sim, elaborar um plano de ação para solucioná-lo.

Não tente encontrar culpados, encontre soluções:

Algo muito comum que acontece nas empresas quando surge algum problema é um esforço imediato para encontrar culpados. Por mais que seja importante saber o que está acontecendo, esse não é o momento para descobrir quem errou ou punir essa pessoa. O primeiro passo deverá ser, sempre, trabalhar em busca de soluções.

Faça um plano de ação:

Depois que você tiver um quadro completo do que está acontecendo, formule um plano de ação, anotando o que deve ser feito. Se mais pessoas tiverem de ser envolvidas, converse com elas já que poderão ter outras sugestões. Um consenso nesse momento é muito importante.

Execute:

Depois de avaliar bem a situação e elaborar um plano de ação, chega um dos momentos mais difíceis: a execução. Confie no plano e mantenha sua posição quando precisar tomar decisões difíceis.

Desenvolva sua Inteligência Emocional:

A Inteligência Emocional (IE) é a capacidade humana de trazer o melhor de si e os melhores resultados, além da capacidade de se conectar com o meio social e de produzir os melhores resultados dessas conexões. Isso significa que uma pessoa dotada de uma IE bem desenvolvida é capaz de administrar suas emoções de forma que a capacidade do cérebro é utilizada com foco total na solução do problema, deixando a ansiedade e o desespero de lado.

Além disso, pessoas com um lado emocional bem trabalhado são persistentes, capazes de tomar decisões difíceis e altamente produtivas. Ou seja, são pessoas que não se deixam vencer frente às adversidades.

 

Compartilhado de: Revista Melhor Gestão de Pessoas