Turbine seus conhecimentos!

Qual a diferença entre e-learning, mobile-learning e micro-learning?

E-learning:

É a aprendizagem com base nos meios eletrônicos, que passou a adotar o “e”, de eletronic, na era da internet,  ou seja, é a propagação de conteúdos com o uso da internet. O e-learning é uma das modalidades de ensino à distância, que pode ser oferecido em diversos tipos de cursos online e soluções tecnológicas para a educação.

Micro-learning:

O micro-learning é um método de ensino focado na aprendizagem rápida e simples feita com micro-conteúdos em atividades de curta duração, que rapidamente envolvem, engajam e auxiliam os aprendizes na revisão e/ou retenção de um conteúdo.

Os conteúdos são apresentados de forma direta, em materiais que evidenciam conceitos em definições compreensíveis, com linguagens fáceis.

Mobile-learning:

Mobile-learning ou m-learning é a aprendizagem em dispositivos móveis que promove interações e feedbacks entre os usuários. Ou seja, um treinamento, capacitação ou educação feito por um aplicativo em smartphone ou tablet.

O mobile learning, é muito mais do que um e-learning voltado para dispositivos móveis, como smartphones, tablets e dispositivos mobiles, pois precisa ser desenvolvido especialmente para o mobile.

Conclusão:

Comparando as três formas, podemos dizer que o e-learning é o mais abrangente, por se tratar de meios eletrônicos para propagação de conteúdos educativos.

Já o micro-learning é um método de aprendizado, independente do meio, que utiliza pílulas de conhecimento, rápidas e fáceis de serem absorvidas.

E, finalmente, o mobile learning. Esse seria o e-learning, mas com conteúdos adaptados ou feitos especialmente para uma aprendizagem móvel que se encaixe na correria do dia-a-dia das pessoas e que possa ser utilizado a qualquer momento.

Mobile learning para capacitar equipes e melhorar resultados

Em um cenário onde as empresas buscam cada vez mais mobilidade para treinamento de seus colaboradores, o conceito de mobile learning tem se propagado.

Essa modalidade de ensino tem conquistado muitas empresas, e um dos motivos é permitir treinar os colaboradores de maneira mais efetiva, aprimorando suas habilidades e ajudando-os com aquilo que precisam desenvolver.

Quando falamos em educação continuada corporativa, o uso de múltiplos métodos e tecnologias, tem gerado grandes benefícios aos colaboradores e, claro, aos resultados da empresa..

Se você ainda não estiver usando o mobile learning em sua organização, os quatro benefícios a seguir mostrarão quantas oportunidades para crescer, aumentar a produtividade e melhorar suas receitas que você está perdendo.

1) Os dispositivos móveis permitem que as empresas distribuam o aprendizado rapidamente

Com a maior mobilidade do pessoal, as oportunidades de treinamento no local estão diminuindo rapidamente. Além disso, viajar frequentemente ou trabalhar em movimento significa que sua equipe está gastando quantidades significativas de tempo longe de locais onde eles têm acesso a computadores portáteis ou de mesa. O mLearning fornece uma solução ideal para esta questão, particularmente para indústrias que devem lidar com mudanças constantes, facilitando a divulgação de materiais de aprendizagem para funcionários, parceiros ou qualquer outra pessoa que possa precisar deles. O mlearning pode ser aplicado a todos os tipos de aprendizado de treinamento de produtos e vendas para marketing, TI e conformidade organizacional.

De acordo com o relatório de pesquisa do Bersin & Associates 2011, “o poder do mobile learning vem da sua capacidade de conectar funcionários aos conhecimentos e conhecimentos que eles precisam quando e onde eles precisam, tornando útil para potencialmente qualquer necessidade de aprendizagem”.

2) A aprendizagem móvel pode fornecer dados-chave no ponto de necessidade

Os dispositivos móveis estão sempre ligados e conectados, o que significa que os funcionários estão prontos para acessar informações relevantes a qualquer momento. Os dispositivos móveis são os recursos perfeitos para o treinamento just-in-time (JIT), incluindo módulos de atualização focados no ensino de especificações de produtos, detalhes de preços e informações sensíveis ao tempo. Tudo isso leva a maiores habilidades e conhecimentos que aumentam o desempenho dos funcionários, ajudam nos processos de tomada de decisão e garantem a satisfação do cliente.

O relatório de 2012  Mobile Learning: Conduzindo os Resultados do Negócio Empowering Employees in the Moment  indica claramente: “A correlação com os resultados do negócio é direta. Colocando o aprendizado nas mãos da palma da mão – exatamente o que eles precisam, quando eles precisam – podem ter um positivo imediato efeito na linha inferior “.

3) A aprendizagem móvel poupa tempo

O mlearning se encaixa mesmo nos horários mais ocupados, exigindo muito menos tempo do que o treinamento dirigido por instrutor ou longos programas de aprendizagem eletrônica. Em vez de tomar um curso inteiro apenas para descobrir algumas informações vitais, os alunos podem tomar apenas os próprios módulos de treinamento necessários, isentos de continuar, mostrando competência em um pré-teste. Isso pode reduzir a quantidade de tempo necessário para dedicar treinamento em até 50% , minimizando as perdas de produtividade e os custos de oportunidade perdidos.

As pressões de tempo sobre o pessoal e com muitos departamentos de treinamento são convidados a fazer mais com menos, torna-se essencial que os funcionários tenham as habilidades ou conhecimentos necessários o mais rápido possível. E com a aprendizagem móvel, não há motivos para desperdiçar os tempos de espera, como curtos períodos de espera ou de viagem. As pessoas podem aprender quando normalmente não será possível. Os alunos podem consumir pequenas quantidades de conteúdo sempre que desejam, sem precisar aguardar que alguém entregue o material, e pode escolher estudar no tempo e lugar que lhes proporciona a maior vantagem. A própria empresa pode fornecer cursos de mobile learning para todos os funcionários, incluindo novas contratações, mesmo antes de esses funcionários começar a trabalhar, embora depois de terem aceitado formalmente a oferta de trabalho.

4) A aprendizagem móvel fornece uma série de benefícios organizacionais menos tangíveis

Existem vários benefícios para a aprendizagem móvel que não são menos importantes do que o anterior. Esses incluem:

  • Empoderando indivíduos para desenvolver habilidades. Isso muitas vezes leva a maior motivação dos funcionários e reduziu o volume de negócios, reduzindo os custos de recrutamento.
  • Uma maior taxa de retenção de conhecimento. Os funcionários podem acessar informações sempre que precisam e arquivar notas para posterior referência ( Relatório de Retorno de Aprendizagem Móvel e Estudante, 2007 ).
  • Maior motivação. Os dispositivos móveis foram encontrados para melhorar o engajamento com a aprendizagem ( The 2010-2011 Horizon Report ) .
  • Um processo de aprendizagem mais fácil. mLearning é mais atraente e aceitável para os funcionários privados de direitos autorais do que tradicionalmente métodos de aprendizagem, de acordo com Attewell, 200 5 .
  • Removendo a formalidade. O aprendizado móvel remove o senso de formalidade associado à educação que aprendentes não-tradicionais acham pouco atraentes, diz Attwell 2005 .

O objetivo do mobile learning no local de trabalho é melhorar a motivação para aprender e aumentar o conhecimento e compreensão dos participantes sobre temas que lhes permitam contribuir com as atividades da empresa. Dependendo do seu negócio, o acesso constante às informações necessárias, como o mLearning fornece, pode levar ao aumento da produtividade, redução do tempo de resposta do serviço ao cliente, o que aumentará sua receita.

 

 

Compartilhado de: RHPortal

A história da Bravi Software de Floripa para o mundo

Tecnologia e Educação desde sempre

Gustavo é gaúcho de Rio Grande, uma cidade bem ao sul do estado do Rio Grande do Sul, perto do Chuí. A família era super envolvida em Educação. O Pai, professor universitário e por oito anos reitor da FURG – Universidade Federal de Rio Grande. A Mãe, professora da rede estadual de ensino público. Cresceu ouvindo o pai falar dos desafios do ambiente universitário e a Mãe sofrendo com condições de trabalho ruins e inúmeras greves. Foi em Rio Grande também que se interessou por tecnologia. Teve o primeiro computador aos nove anos, fez escola técnica federal. Na época ser nerd era mais difícil, não era tão “cool” como é hoje. Não queria trabalhar com educação. Complexo demais, difícil de resolver o problema.

Ao fazer intercâmbio pro Canadá no ensino médio percebeu algo diferente do que enxergava antes. Que nós brasileiros não estamos tão atrás, não somos piores do que os estudantes e profissionais dos países de primeiro mundo. Por mais que hoje pareça uma percepção simples, na época com menos globalização era difícil de ver. Enxergou que as vantagens desses países em acesso á tecnologia, informação e produtos se traduzia em um melhor desenvolvimento da sociedade. Percebeu que era possível fazer aqui também. E por acreditar nisso hoje preside uma empresa de tecnologia cujos produtos – desenvolvidos em Florianópolis  – atendem estudantes em todo o mundo.

Ao voltar decidiu prestar o vestibular de Ciências de Computação na UFSC. Queria sair de Rio Grande. Fez o vestibular e começou o curso de ensino superior. Trabalhou no laboratório de software educacional desenvolvendo uma linguagem de programação para ensinar calouros da faculdade a programar. Gustavo e equipe lançaram o sistema chamado Telis. Nesta época descobriu que estavam abertas as inscrições para um programa da IBM para projetos inovadores na área de Educação. Ao olhar aquela chamada , sugeriu aos colegas que inscrevessem o seu projeto, mas eles ficaram bem incrédulos. Entra em cena o insight dos meses no Canadá: É possível. Ganhou um innovation grant da IBM para inserir a aplicação Telis no Eclipse, uma plataforma nova da IBM que posteriormente dominaria o segmento de ferramentas para construção de software. Foi aos EUA apresentar os resultados e encerrou o projeto 12 meses depois.

Trabalhando depois da faculdade

Ao sair da faculdade  começou a trabalhar em desenvolvimento e aprendeu sobre lean development, gestão de equipes de desenvolvimento e novas tecnologias de programação. Ainda trabalhava na rotina de uma empresa de tecnologia com mentalidade de empregado quando surgiu a oportunidade de, junto com os donos da empresa onde trabalhava, desenvolver uma plataforma de marketing digital e começar seu primeiro empreendimento. Marketing automation na época estava principalmente relacionado a email marketing puro e simples. Estamos em 2004, uma empresa de marketing automation em Florianópolis era uma ideia perfeita para um mercado que ainda não existia. Investiu dinheiro, desenvolveu primeiras versões da plataforma, aprendeu bastante com os erros e acertos. E apesar do relativo sucesso, três anos depois decidiu ir morar fora do Brasil para novamente ter uma experiência internacional. Queria desbravar e conhecer mais coisas. A ideia inicial era fazer um MBA mas acabou sendo contratado por uma empresa Britânica chamada Tribal.

Tribal

Grupo multinacional forte no desenvolvimento de ferramentas e soluções para educação básica, continuada e superior. Rico ecossistema de produtos para gestão de modelos híbridos, LMS e ERP. Começou na área de DevOps, foi líder de equipe e arquiteto de software em projetos de tecnologia e ambientes de aprendizagem virtual. Em 2010 seu chefe direto se tornou o líder do programa de inovação da empresa e Gustavo foi convidado para integrar a primeira equipe da nova área. Trabalhar mobile learning, pesquisa e desenvolvimento criando projetos de ponta, protótipos para inovação. Um dos projetos mais significativos da época foi contratado pelo departamento de defesa dos EUA aplicar em situações de desastre natural. As equipes deslocadas para os ambientes de enchentes, terremotos, furacões aprendiam as principais características do local relevantes para o trabalho que iriam desempenhar. Um projeto do qual era líder técnico e aplicava conceitos de educação e mobile learning para ajuda humanitária.

O embrião do conceito de retenção

Entrou de sócio numa StartUp inglesa, chamada GloboSense. A ideia da empresa era aplicar redes de sensores sem fio com tecnologia de big data e analytics por trás. Primeira problemática atacada era a gestão de energia. Colocar instrumental em uma casa com sensores sem fio que mandam as informações de consumo dos aparelhos para a nuvem. E na nuvem fazia uma série de análises trazendo em tempo real o consumo em vários devices e dicas de como economizar energia. Era o começo do conceito de casa inteligente. O primeiro cliente foi o governo inglês, com quem fecharam um contrato de 200 mil libras para colocar protótipo dentro dos prédios do governo e economizar energia.

Primeiro, dar ciência que as pessoas gastam energia e isso tem um custo. Depois sistemas de alerta para dizer do momento certo, que o indivíduo pode mudar aquele comportamento de desperdício e economizar energia. O mesmo conceito seria mais tarde utilizado como base para o sistema de combate a evasão de alunos em universidades. Dar ciência para a instituição que o aluno está em risco e mudar o comportamento na hora certa com ferramentas de mobilidade. A disrupção seria envolver mais o aluno na história, mas as universidades são receosas e bastante conservadoras em comunicar ao aluno, deixar claro que ele está efetivamente em risco.

Retorno ao Brasil

Foi bem na época que a Tribal estava expandindo. A América Latina, onde o Brasil representa boa parte do mercado era uma opção. Em paralelo a isso, um dos grandes projetos educacionais – no qual ele havia participado em sua passagem pela Tribal – era com o ministério de educação da Austrália. Uma das maiores implementações de software educacional do mundo, ERP escolar para mais de 2000 escolas e 200 faculdades. Com a necessidade de entregar esse projeto e experiência em ter sido empreendedor no Brasil sugeriu abrir a filial da Tribal no Brasil. Tanto para acompanhar e ajudar a entregar a o desenvolvimento desse projeto na Austrália quanto para ser a filial da empresa aqui. Pelo risco Brasil, burocracia e carga tributária a empresa decidiu não vir, mas abriu uma oportunidade diferente. Caso Gustavo quisesse empreender no Brasil a empresa lhe garantiria um contrato como fornecedor.

Foi quando surgiu o impasse, a dúvida: voltar ao seu país ou continuar no exterior?  A oportunidade de voltar e começar um negócio era tentadora, ainda por cima começando já com um grande cliente e contrato em tecnologia e educação. Sempre que voltava pra cá era comum ouvir comentários e sentir um certo incômodo por ter recebido educação pública e de qualidade do Brasil e aplicar esse conhecimento para desenvolver inovações em outros países. Depois de pensar bastante decidiu abandonar o conforto e a vida boa que incluía ir de bicicleta para o trabalho e não ter preocupação com segurança, para fundar a Bravi em Florianópolis.

O começo da Bravi Software e o B2C

Voltou em 2012. Escolheu Florianópolis porque tinha feito a faculdade ali, e acreditava no potencial da cidade. No astral da ilha, no ambiente de inovação, na capacidade de atrair talentos para projetos inovadores. Agregando assim cada vez mais gente de fora, o que ajudou a contribuir com o ecossistema local. A cidade havia se consolidado como polo de tecnologia e startups inclusive em âmbito nacional, e dali pra frente iria crescer cada vez mais.

Hoje a Bravi trabalha basicamente com dois produtos:

O Bravi Quiz  é um mobile learning game, utilizando conceitos de micro-aprendizado e pílulas de conhecimento para interação com os usuários. Gustavo já trazia uma experiência forte nessa área de Cambridge, inclusive implantando projetos para grandes empresas como o Mc Donalds. Em 2013 surgiu a oportunidade de criar algo similar para a Qualcomm. Empresa de tecnologia móvel de ponta com mais de 30.000 funcionários, precisava engajá-los em conteúdos importantes para a sua função na empresa. O conteúdo precisava ser interessante, assimilado de forma simples e rápida. A solução de microlearning da Bravi era perfeita. Desde esse momento Gustavo já sentia a possibilidade daquela tecnologia ser aplicada em outras frentes. Se aproximou da Universidade de Cambridge com departamento responsável pela criação dos testes de inglês IELTS chamado Cambridge English, reconhecida internacionalmente por ensino do idioma inglês e propôs um modelo de negócio. A universidade disponibilizaria conteúdo e base de usuários enquanto a Bravi entraria com a tecnologia. Esse conteúdo então seria disponibilizado por meio de um game, com possibilidade de desafios em tempo real, interação com outros usuários e pontuações. Cambridge English já vinha buscando inovar com tecnologias educacionais móveis e ficou muito interessada nas possibilidades. Utilizando a sólida tecnologia Bravi desenvolvida em Floripa e a marca de Cambridge, o app rapidamente atingiu 250 mil pessoas em 197 países. O sucesso impulsionou uma segunda etapa de desenvolvimento, em execução agora, para levar aos outros países do mundo que ainda não têm acesso. Essa expansão internacional por meio da parceria foi possível por três pilares:

1. Capacidade técnica e comprometimento com o trabalho, provados a partir do histórico de projetos já entregues. Demonstrar solidez, conhecimento, viabilidade. No primeiro momento Cambridge decidiu fazer apenas uma parte do projeto para testar e enxergar, ver se aquela ideia funcionava. Para o projeto a equipe da Bravi foi montada a dedo, com todo cuidado. Trouxe designers de fora do Brasil e contratou desenvolvedores de confiança para entregar com excelência. Investiu na formação do time, dinheiro e tempo, e teve um ótimo retorno.

2. Relacionamento e contatos: Essas relações não aparecem da noite para o dia e dificilmente se desenvolvem a distância.

3. Timing: O momento da universidade também foi decisivo. Em Cambridge existe um departamento de inovação, constantemente buscando novas tecnologias que permitam aprender de forma diferente, melhor, mais rápida, mais adaptada. E recentemente fizeram várias incursões nesse universo de micro-learning e gamification, por isso também o interesse era grande. E a mecânica da gamificação tem se provado cada vez mais importante. Mais do que os gráficos e enfeites, é a ideia de recompensa, esforço, evolução, competição, que aumentam o interesse dos usuários no aprendizado. A pessoa pensa em usar o seu tempo de forma mais útil, aprendendo inglês.

O segundo produto é o Prisma, solução de BI e analytics dentro das universidades para entender engajamento e agir. O mercado de analytics no Brasil já fatura mais de R$ 1,6 bilhões e está em expansão. A Bravi por meio do Prisma desenvolveu inicialmente uma tecnologia conectada diretamente nos sistemas da universidade. Captando dados de diversas fontes, processando e gerando insights sobre risco de evasão. Quando em risco o sistema dispara uma série de ações para fazer com que aquele aluno modifique seu comportamento e saía de uma situação de risco. Essa solução apesar de ter trazido já bons resultados para clientes como o grupo Anima ainda não tem fácil adoção no Brasil. Isso porque a qualidade e a consistência dos dados é pequena, é difícil e caro conseguir implantar tecnologias de big data analytics em instituições de ensino. Em resumo é uma ferramenta de learning analytics, trabalha na mineração de dados educacionais para identificar perfil de comportamento de aluno para ajudar e trazer inteligência aos processos de captação, retenção e fidelização.

Conclusão

O desafio sempre é mostrar retorno, em qualquer produto. O cliente sempre pergunta: como vocês conseguiram provar o retorno nesse projeto? E a tentativa tem sido cada vez mais fechar o loop de investimento e retorno. Outro grande desafio no Brasil é o mindset imediatista no mercado e nas instituições de ensino. Em outros países, lá fora, se fazem projetos para melhorar 5% a taxa de retenção em 10 anos. Enquanto isso o brasileiro quer 20% em seis meses caso contrário não fecha negócio, e ainda em alguns casos precisa de garantia no contrato.

 

 

Compartilhado de: EdTechView

7 coisas que você deve saber sobre a Gamificação de Aprendizagem e Instrução

À medida que mais e mais organizações implementam a gamificação, é importante entender seus vários aspectos. Assim, essa metodologia poderá ser implementada e usada corretamente, obtendo os resultados organizacionais desejados.

 

Aqui estão sete coisas que um profissional no campo T&D deve saber sobre gamificação.

1) Existem muitos “sabores” de gamificação diferentes. Gamificação não é uma solução de tamanho único. Existem dois principais tipos de gamificação, Gamificação Estrutural, o que significa que os elementos do jogo são colocados em torno de conteúdo de aprendizagem, mas o conteúdo não muda e, Gamificação de Conteúdo, o que significa que o conteúdo muda para ser mais como o jogo. Sob as categorias de gamificação estrutural e de conteúdo estão outros subtipos de gamificação, como gamificação baseada em competição, gamificação baseada em jogos e gamificação baseada em progressão, tudo em Gamificação Estrutural. Para mais informações, consulte Tipos de Gamificação Estrutural.

2) Haverá perdedores. Muitas vezes, se gasta muito tempo pensando em como a gamificação é motivacional e interessante para os alunos, mas há uma desvantagem. Normalmente, só pode haver um ou alguns vencedores e muitas pessoas que não ganham (chamados, geralmente, de “perdedores”). É necessário que se crie uma estratégia de gamificação para que a “mordida” da derrota seja minimizada e o foco permaneça em ganhar.

3) Bom, as perguntas precisam ser escritas. Em quase todas as plataformas de Gamificação Estrutural, um elemento importante é o uso de perguntas. As perguntas são usadas para determinar os vencedores, fornecer pontos e avaliar o conhecimento dos alunos. Se a sua organização não tiver um bom banco de perguntas, um dos primeiros aspectos da implementação da gamificação é criar um banco de perguntas. E as questões precisam ser escritas para avaliar muitos níveis de conhecimento, desde a compreensão até a aplicação e síntese de conhecimento.

4) Você precisa estar atento para impedir a trapaça. Embora o principal ponto do jogo seja proporcionar aos aprendizes uma oportunidade de aprendizagem envolvente e significativa, algumas pessoas podem querer vencer sempre e, só podem prestar atenção ao aspecto vencedor e, portanto, fazer qualquer coisa para “ganhar”. Você deve buscar complementos inusitadamente rápidos, pontuações incrivelmente altas e outras anomalias que possam indicar que uma pessoa ou um grupo está aproveitando uma vantagem injusta. Não assuma que apenas porque as pessoas estão no trabalho que não vão trapacear. Elas vão. E em um ambiente acadêmico, a tentação é ainda maior.

5) Os pontos, medalhas e os rankings (PMRs) podem realmente ser eficazes para aprender, se implementados corretamente. Porém muitas vezes pode ser como um tiro no pé (e muitas vezes merecidamente), existe uma maneira correta e incorreta de implementá-los. Aproveite o tempo para entender como esses três elementos podem ser melhor implementados para evitar que sejam apenas números. Como todas as principais plataformas de Gamificação Estrutural usam PMRs, você precisa saber como usá-las corretamente.

6) A gamificação de conteúdo bem projetada pode parecer muito perto de um jogo de aprendizado. Com a Gamificação de Conteúdo, há uma grande quantidade de design que se destina a tornar o conteúdo como um jogo. Na verdade, se um designer adiciona uma grande quantidade de elementos, dinâmicas e mecânicas de jogo, a gamificação do conteúdo pode realmente se transformar em um jogo de aprendizado.

7) Na gamificação de conteúdo, é preciso que se crie um feedback interessante. O feedback é um elemento importante em qualquer tipo de gamificação de conteúdo porque informa o aluno sobre o desempenho de suas ações no jogo enquanto, simultaneamente, oferece interesse, imersão e orientação. Um bom feedback projeta reações profundas nos aprendizes para que eles experimentem emoções. Uma experiência interessante é envolvente desde o momento em que você começa até o momento em que você termina.

A gamificação pode ser uma ferramenta eficaz para envolver os alunos, mas precisa ser implementada com cuidado, monitorada continuamente e projetada para garantir que a aprendizagem e o desempenho sejam os resultados desejados.

 

Traduzido e adaptado de: Karl Kapp (LinkedIn)

Quer aprender inglês? Conheça cinco apps que ensinam o idioma pelo celular.

Tandem e Quiz your English são algumas das opções de apps para praticar o idioma.

Disputas com jogadores de diversas partes do mundo e conversas com falantes nativos de inglês. Essas são algumas funcionalidades de aplicativos, como o Quiz your English e o Tandem, desenvolvidos para ajudar quem quer aprender inglês. A vantagem dos apps é que o usuário acompanha as lições de um jeito mais leve, com jogos e até atividades interativas de memorização.

TechTudo fez uma seleção com cinco aplicativos para você baixar de graça no seu celular ou tablet e melhorar suas habilidades na língua inglesa. Todos os apps funcionam em celular Android e iPhone (iOS).

1. Quiz Your English

 

No Quiz Your English, o usuário pode desafiar os amigos para responder perguntas em inglês (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

No Quiz Your English, o usuário pode desafiar os amigos para responder perguntas em inglês (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

O jogo Quiz Your English tem desafios com perguntas em inglês para participantes de diversas partes do mundo. Ao abrir o aplicativo, é possível disputar com usuários aleatórios ou até mesmo convidar os seus amigos pelas redes sociais para jogar com você. Todos os duelos giram em torno de temas específicos, como viagem, casa e estudos. Vale ressaltar que o conteúdo do app foi desenvolvido pelo Cambridge English, dos mesmos produtores do IELTS (International English Language Testing System), uma reconhecida prova de proficiência em inglês.

2. Tandem

 

No Tandem, é possível encontrar pessoas para praticar o idioma com elas (Foto: Reprodução/Karen Malek)

No Tandem, é possível encontrar pessoas para praticar o idioma com elas (Foto: Reprodução/Karen Malek)

Tandem funciona como uma rede social em que é possível encontrar mais de 3 milhões de pessoas de diversas partes do mundo, inclusive falantes nativos de inglês. O usuário pode ver qual o país de origem dos cadastrados e também os idiomas que eles falam. Ainda é possível definir um tema de interesse para o bate-papo, conversar por mensagem de texto ou áudio e fazer chamadas por vídeo ou ligações. O app também conta com um tradutor para você não ter. Assim, o usuário não precisa fechá-lo para pesquisar o significado de uma palavra que não entendeu.

3. Letroca

 

O Letroca é um jogo interativo para encontrar palavras a partir de letras embaralhadas (Foto: Divulgação/Letroca)

O Letroca é um jogo interativo para encontrar palavras a partir de letras embaralhadas (Foto: Divulgação/Letroca)

Letroca é um jogo em que o desafio é combinar as letras disponíveis e formar o maior número possível de palavras em inglês. Quatro modos de jogo são disponibilizados para o usuário. No “Half” e no “Classic”, o jogador tem um limite de tempo para encontrar as palavras, já no “Zen” não há contagem. No modo “Stars”, o usuário entra em um “mundo” e dentro dele encontra diversas fases. Para passar por elas, é preciso completar os desafios e ganhar estrelas.

4. Lingualeo

 

Aplicativo LinguaLeo ajuda a aprender inglês pelo celular com atividades de memorização (Foto: Barbara Mannara/TechTudo)

Aplicativo LinguaLeo ajuda a aprender inglês pelo celular com atividades de memorização (Foto: Barbara Mannara/TechTudo)

Na versão gratuita do Lingualeo, o usuário consegue ampliar o seu vocabulário em inglês por meio de atividades divertidas de memorização. Além disso, ele pode praticar os conhecimentos de gramática e fazer exercícios dinâmicos, como completar palavras que faltam em um texto. Ainda é possível praticar as habilidades na atividade de juntar palavras. O recurso funciona da seguinte forma: o usuário ouve uma frase e depois escolhe, dentre várias opções, as palavras que a formam.

5. Memrise

 

Com o Memrise, também é possível praticar a tradução de palavras do inglês para o português (Foto: Divulgação/Play Store)

Com o Memrise, também é possível praticar a tradução de palavras do inglês para o português (Foto: Divulgação/Play Store)

Memrise segue o mesmo ritmo do Lingualeo, focando em atividades que ajudem a memorizar palavras em inglês. O jogo é temático e propõe que o usuário viva as aventuras do espião secreto Max Percy e salve o “Multiverso” da destruição. A cada fase, o jogador descobre novas palavras para passar de nível. Vale ressaltar que o aplicativo também permite ao usuário aprender sobre diversas áreas, como artes e literatura ou história e geografia, assim como outras línguas.

Compartilhado de: TechTudo

Pratique e melhore seu inglês de um jeito fácil pelo celular

Quiz your English é um aplicativo para iPhone (iOS)Android que permite exercitar o idioma inglês pelo celular com jogos interativos. Usando gamificação, o app cria competições entre usuários para saber quem responde melhor e mais rápido às perguntas em vários temas. A ideia é criar um ambiente de aprendizado que estimule a fixação do conhecimento já aprendido por meio de um quiz.

Nossa opinião

O Quiz your English se destaca por ser focado na prática de línguas. Com interface em português, o app permite competir com amigos e desconhecidos em quiz de pergunta e resposta sobre vários temas, todos escritos em inglês. O resultado é um jeito divertido de praticar o idioma que você já aprendeu.

Os jogos são divididos em temas. A partir daí, basta desafiar um amigo ou um desconhecido e ver quem responde as perguntas – ou seleciona os diálogos mais adequados para o contexto do enunciado – no menor tempo possível. O rendimento é avaliado em pontos, que são somados ao final para decidir quem é o vencedor.

Feito nos moldes de outros games do tipo, como o “Perguntados”, é possível usar itens extras para facilitar a resposta de perguntas difíceis. É possível obter mais tempo que o oponente para pensar melhor, eliminar opções incorretas automaticamente e muito mais. Esses extras são comprados com uma moeda virtual do jogo, que o usuário ganha na medida em que avança de fase.

O app não é voltado para quem ainda não sabe nada de inglês ou ainda está no começo do aprendizado da nova língua. Por outro lado, é muito útil para quem já assistiu a aulas no passado e não quer deixar o inglês enferrujar. Por enquanto, só é possível praticar a leitura e compreensão de texto. O download é gratuito e, certamente, vale a pena.

Prós
  • Design simples e interface fácil de usar
  • Jogabilidade divertida, com itens extras para usar
  • Competição com pessoas reais do país inteiro, amigos ou desconhecidos

 

Contras
  • Ainda não permite praticar pronúncia e compreensão

 

 

Compartilhado de: TechTudo

 

Tendências para o treinamento corporativo em 2018

Separamos neste artigo, as principais tendências para o Treinamento Corporativo & Desenvolvimento para 2018. Confira:

Realidade Virtual (VR) e Realidade Aumentada (AR)

Estes dois termos já apareceram nas listas de tendências de anos anteriores. Porém, há apenas alguns meses pudemos ver as organizações realmente se apropriando de todo o potencial que essas tecnologias têm a oferecer.

Custos de desenvolvimento e entrega vêm caindo rapidamente e, nos próximos anos, poderemos ver uma quantidade maior de conteúdos, tradicionalmente entregues como simulações ou e-learnings, transformando-se em experiências imersivas de VR e AR. Isso significa que ficará mais fácil colocar seus colaboradores dentro de um ambiente realista, no qual possam demonstrar de forma observável suas habilidades e comportamentos.

Dicas:

  • Caso sua organização tenha interesse em VR ou AR, é interessante fazer uma revisão dos papéis e processos que se beneficiariam de um treinamento mais imersivo, com maior segurança, rapidez, redução de custos e erros cometidos.
  • Trabalhe juntamente com a equipe de TI para verificar os dispositivos disponíveis e investigar os custos de se emular um ambiente de trabalho real de forma eficaz.
Curadoria de conteúdo

Conteúdo customizado e de qualidade continua sendo essencial para a Educação Corporativa. Porém, tempo e recursos limitados têm impacto direto nesse fator: você não pode desenvolver tudo sozinho – e nem deve. Conteúdos sobre temas normatizados como treinamentos regulatórios, desenvolvimento de habilidades profissionais gerais e certificações externas nos lembram que não é preciso reinventar a roda. Essas “bibliotecas de conteúdo” são particularmente úteis quando podem ser editadas e personalizadas para atender o seu próprio contexto. Quando bem integradas à plataforma de gestão de aprendizagem, podem ser o complemento perfeito para a experiência blended learning.

Dicas:

  • Não se trata apenas de cursos. É possível realizar uma curadoria de informações, normalmente disponíveis gratuitamente em fontes online confiáveis, para manter esses temas sempre atualizados e relevantes.
  • Conforme o apetite por aprendizagem cresce, é importante focar tempo e orçamento em soluções especializadas, projetadas para diferenciar a sua organização.
  • Faça uma revisão completa dos conteúdos de aprendizagem que precisa entregar e identifique áreas nas quais essas bibliotecas poderiam ser utilizadas.
  • Avalie os recursos de seu LMS – Learning Management System para determinar a forma como esse conteúdo pode ser integrado aos programas existentes.
Microlearning

2018 é o ano da aprendizagem móvel. Colaboradores dependerão cada vez mais dessa tecnologia para adquirir conhecimentos com aplicação direta no trabalho. E o Microlearning atende justamente a essa demanda, fornecendo pequenas porções de conteúdo instrucional que pode ser consumido a qualquer hora e em qualquer lugar.

Desenhar oportunidades de aprendizagem que podem ser facilmente incorporadas a um dia normal de trabalho pode acelerar a transferência e assegurar um valioso apoio à performance no exato momento de necessidade. O Microlearning é uma ponte entre programas de aprendizagem mais expansivos e o suporte ao desempenho.

Regiões como a Índia, que priorizam uma estratégia de aprendizagem móvel, entregam conteúdos curtos e precisos, normalmente em vídeos com duração de 3 a 5 minutos e quizzes rápidos.

Dicas:

  • Encontre oportunidades para apoiar os colaboradores no momento em que mais precisam.
  • Verifique a possibilidade de substituir cursos já existentes por conteúdos mais curtos e engajadores.
  • Pense em como personalizar a aprendizagem para audiências específicas com base em seus cargos, experiências e performance.
  • Lembre-se de checar as restrições técnicas dos aparelhos utilizados por seus colaboradores.
Social Learning

Segundo pesquisa, 98% das organizações querem apoiar o surgimento e compartilhamento de boas práticas dentro do negócio, e o uso de redes sociais internas aumentou 55%, fazendo desta uma das ferramentas com mais rápido crescimento para a Educação Corporativa.

Fica claro que há um apetite para a aprendizagem social e, para 2018, espera-se um crescimento ainda maior da demanda por plataformas de aprendizagem colaborativas. Mas ainda há muita confusão quanto às diferenças entre o compartilhamento de informações pessoais e profissionais nas redes sociais. As ferramentas que incentivam uma colaboração fácil e aberta como parte do fluxo normal de trabalho da empresa serão mais suscetíveis de serem incorporadas às tramas da organização. Já aquelas que se concentram no compartilhamento de aspectos meramente sociais, estarão competindo desnecessariamente com plataformas já existentes fora do mundo corporativo.

Dicas:

  • Seja claro sobre o que sua empresa espera de uma plataforma de aprendizagem social. Provavelmente, a maior parte dos colaboradores irá preferir separar seus perfis pessoais dos profissionais, então pense com cuidado ao definir o que será considerado engajamento.
  • É preciso criar razões poderosas para que os profissionais utilizem a plataforma diariamente e a vejam como tendo impacto positivo na performance. Compartilhar progressos e pedir o auxílio de colegas pode ser uma maneira impactante de demonstrar o propósito e valores da organização.
  • Certifique-se de identificar os influenciadores certos para apoiar a implantação e crescimento da ferramenta – uma vez que ela ganhar vida própria, você saberá que trilhou o caminho certo.

 

Apesar das tendências de mercado, o mais importante é realizar uma análise cuidadosa para verificar qual inovação fará a diferença de forma sustentável e positiva na performance dos colaboradores da sua organização. O primeiro passo é garantir que estejam bem fundamentadas as bases sobre as quais sua empresa criará uma cultura de aprendizagem ágil e responsiva. Isso significa assegurar que a infraestrutura disponível é suficientemente flexível e aberta à inovação. Lembre-se que as melhores tendências são as que dão a seus colaboradores liberdade para aprender.

 

 

Compartilhado de: Affero Lab