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Por que a fidelização de clientes é a melhor fonte de receita?

Existe uma resposta óbvia para a pergunta central deste post, mas antes de comparar custos de aquisição de clientes e de manutenção da base, é preciso fazer outra pergunta: a fidelização de clientes é um objetivo ou uma consequência?

Nesse caso, tem tudo a ver com o posicionamento da empresa. Quando se trabalha a inclusão de valores na experiência de compra, a fidelização é uma consequência orgânica — como objetivo, porém, ela pode ser superficial e instável.

Ao mesmo tempo em que as empresas devem buscar a almejada fidelização dos compradores, elas precisam compreender que não se trata apenas de indicadores e estatísticas — mas da criação de um vínculo.

No post de hoje trazemos um panorama da fidelidade dos consumidores e propomos uma revisão das estratégias do seu negócio. Boa leitura!

Caminhos possíveis para a fidelização de clientes

A primeira questão gira em torno do que significa fidelizar um cliente, que nada mais é do que a conquista da lealdade e preferência do comprador — pelo produto e pela empresa.

Essa relação é conquistada através do completo atendimento das necessidades dos clientes, superando em todos os aspectos o que a concorrência oferece.

Ou seja, mesmo com o comércio de commodities, que possui pouca variação entre os concorrentes, é possível conquistar a lealdade do comprador, agregando valores ao processo de compra.

Mapeamento das necessidades e jornada de compra

Saber o que o público-alvo precisa pode ser a estratégia perfeita para conquistar a fidelidade, pois permite investir em soluções realmente eficientes.

Um dos meios para isso é a análise das diferentes jornadas de compra que podem ser percorridas pelo comprador.

Com esse diagnóstico é possível identificar os perfis do consumidor abordando alguns pontos — os meios de contato preferenciais, as principais dúvidas sobre o produto, dificuldades logísticas da compra, entre outras questões.

Bancos privados possuem vários exemplos dessa estratégia, como é o caso da criação do atendimento gerencial por chat. Muitos correntistas possuíam demandas para tratar com seus gerentes de conta, mas não conseguiam ir à agência ou telefonar.

Com a oferta do chat no aplicativo do banco, vários clientes tiveram suas necessidades atendidas, o que gerou novos negócios.

Ações de antecipação de demandas e desejos

Se uma relação de fidelidade é construída no relacionamento, a confiança é um ingrediente fundamental.

Para conquistá-la, no entanto, é preciso demonstrar comprometimento com a satisfação dos clientes. E uma maneira de se alcançar o contentamento do consumidor é tomando atitudes proativas capazes de antecipar as soluções.

Sistemas de CRM e a utilização de relatórios de Business Intelligence são meios de prevenir demandas. Serviços de autoatendimento, por exemplo, também são ótimas ferramentas para a antecipação das necessidades dos clientes.

Vantagens do relacionamento de longo prazo

É evidente que o esforço de vendas para o cliente já fidelizado é muito menor do que para um possível comprador — também chamado de lead.

Eles já tiveram pelo menos uma experiência positiva de compra e, por isso, não são tão reticentes para experimentar algum produto novo.

Clientes fiéis também têm pleno conhecimento do produto e podem ter criado uma dependência deles. Alinhando essas informações com o histórico de compras, é possível, inclusive, estimar o momento certo de fazer uma nova oferta.

Aliás, isso, por si só, já seria uma antecipação da necessidade de recompra, mas as vantagens da fidelização vão muito além. Confira

Evangelização da marca

Um consumidor fidelizado tem um potencial ainda maior de novos negócios, pois pode disseminar a satisfação com a marca para outros potenciais compradores.

O cálculo é simples.

No passado, o cliente fiel foi um lead que, bem gerenciado, tornou-se leal à marca.

Os custos envolvidos nesse processo de captação e fidelização, porém, foram diluídos em um período maior de compras, fazendo com que o seu Life Time Value (LTV) — indicador que acompanha o lucro obtido ao longo do tempo com um cliente — seja mais satisfatório.

No caso dos evangelizadores, esse cálculo é ainda melhor. Além de gerar um bom lucro em seus negócios, individualmente, o cliente que divulga a empresa e faz indicações aumenta os ganhos oriundos dessa relação.

Vendas de up-sell e cross-sell

Uma das maneiras de gerar mais negócios com a base fidelizada é propor vendas up-sell e cross-sell — e elas são benéficas para todos os envolvidos na negociação.

No caso das vendas up-selling, a proposta é melhorar o modelo ou serviço que o ciente já possui, tornando sua experiência de consumo mais satisfatória.

Já no cross-selling, a ideia é agregar novos produtos e serviços ao que ele já possui para potencializar seus resultados.

Para que, tanto a empresa quanto o cliente sejam beneficiados nas vendas, as ofertas devem atender ao perfil do consumidor, reforçando assim o compromisso com a satisfação e a manutenção do relacionamento de longo prazo.

Estratégias de fidelização

Estratégias de fidelização devem ser construídas a partir do conhecimento sobre o perfil de consumo do público-alvo e com base nas características da empresa e do mercado.

Obedecendo a essa máxima, várias ações podem ser adotadas, tais como:

Qualidade em todos os canais de interação

A palavra de ordem deve ser qualidade, e ela deve ser percebida em todos os canais de interação da empresa.

Para isso, é preciso que eles estejam conectados, interagindo e oferecendo a mesma experiência de consumo, a chamada omnicanalidade.

Colaboradores preparados para buscar o sucesso do cliente

Os funcionários da empresa devem ser preparados para fazer com que cada consumidor obtenha êxito com os produtos ou serviços adquiridos.

Nesse caso, não se trata apenas dos vendedores e funcionários que atuam nas pontas do negócio, mas de todos que influenciam na qualidade dos serviços prestados.

A filosofia do sucesso deve ser disseminada por toda a empresa, melhorando as comunicações internas e os processos, para que os resultados sejam percebidos pelos compradores.

Investimentos inteligentes em tecnologia

Novas tecnologias chegam ao mercado a todo o momento — e trazem uma série de benefícios para o atendimento. Investir naquelas que potencializam os relacionamentos e surpreendem o público, também é uma forma de fidelizar os clientes.

Uma empresa que investe em novas formas de se comunicar — e em sistemas de logística mais eficientes — demonstra a seus clientes que está na vanguarda e sempre à procura de melhorar seus serviços — características que, com certeza, merecem a atenção e a lealdade dos usuários.

Monitoramento da satisfação e fidelização

Qualquer que seja a estratégia, a escolha de indicadores e o monitoramento de seus resultados é primordial para o sucesso.

Além disso, pesquisas de satisfação devem ser realizadas com uma certa frequência para confirmar que a base de clientes está satisfeita e fidelizada.

Como todas as estratégias devem estar alinhadas, o uso de tecnologias para a realização das pesquisas pode reforçar o posicionamento da empresa e a importância da opinião do seu público-alvo.

O envio de mensagens SMS no pós-atendimento, ao final da compra pelo site ou na interação pelas redes sociais são ótimas ações de monitoramento — além de disponibilizar dados específicos de cada canal.

Após todo esse panorama, esperamos que o questionamento sobre a importância da fidelização para a receita da empresa tenha sido esclarecido.

Estratégias para fidelização são necessárias para manter o negócio competitivo e alinhado com o seu público e, por isso, não se trata apenas de uma fonte imediata de lucro, mas da perpetuação da empresa.

Porém, conquistar a fidelização de clientes atualmente não é tão simples, pois exige dedicação e atenção às novas tendências do mercado. Quer discutir sobre esse assunto com seus pares de negócio? Então, compartilhe este post em suas redes sociais.

 

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Saiba como fazer a capacitação da equipe com tecnologia

Incorporar recursos tecnológicos às atividades de uma empresa já não é mais considerado uma opção ou um diferencial. Em termos simples, a organização que não passa por esse processo fica para trás.

Mas, se a tecnologia está tão disseminada, quais são os verdadeiros obstáculos à sua implementação?

Bem, um dos principais problemas é a falta de capacitação da equipe de colaboradores. E, neste artigo, vamos explorar seis estratégias para resolver essa situação. Confira!

Por que a capacitação da equipe é necessária?

Antes de trazer as dicas, vamos responder a uma dúvida comum: é possível trazer recursos tecnológicos novos a uma empresa sem realizar um treinamento específico com a equipe?

Se você respondeu que não, errou! É possível, sim. O problema está nos resultados dessa prática.

Quando a tecnologia é incorporada ao negócio sem que haja uma preparação adequada dos colaboradores que vão incorporá-la aos processos, os seguintes problemas aparecem, especialmente no começo:

  • resistência ao uso do novo recurso (o famoso medo da mudança);
  • frequentes situações de retrabalho, porque as atividades são feitas na base da tentativa e erro;
  • redução na produtividade, porque os colaboradores demoram para executar as tarefas;
  • queda do moral da equipe, que fica frustrada com os problemas adicionais no trabalho.

Como você pode imaginar, para evitar esses efeitos negativos durante a implementação da tecnologia, certamente vale a pena investir em qualificação.

Como realizar essa capacitação?

Essa é a dúvida de muitos gestores e empresários. Se você também se faz essa pergunta, continue a leitura e confira seis estratégias que podem ser utilizadas para a melhor capacitação dos funcionários:

1. Análise de habilidades

Esse é o primeiro passo. Identifique o que sua equipe precisa saber para usar o recurso tecnológico e, também, o que os funcionários já sabem.

É muito possível que alguns colaboradores já tenham algumas noções básicas — até mesmo por intuição — obtidas a partir de experiências pessoais ou de empregos anteriores.

Tenha em mente que investir em um treinamento para desenvolver uma habilidade que seus colaboradores já possuem é — além de um desperdício — muito desmotivante para quem participa.

Portanto, foque nos conhecimentos essenciais que eles ainda precisam desenvolver.

2. Planejamento de horas e orçamento

O segundo passo é definir quanto tempo e dinheiro sua empresa pode disponibilizar para a capacitação da equipe.

Existem algumas questões interessantes nesse ponto. Por exemplo: a preparação será no horário de trabalho? E qual será o ROI desse investimento?

Caso seja no horário de trabalho, é preciso programar as atividades para que haja o menor impacto possível sobre o andamento das atividades normais da empresa.

Uma alternativa possível é separar os colaboradores em dois grupos. Porém, tenha em mente que você terá um custo maior, pois todo o treinamento terá de ser feito em dobro.

Se optar por disponibilizar a formação fora do horário de trabalho, a participação não pode ser obrigatória. Nesse caso, há o risco de ausência de vários colaboradores. Então, é preciso investir mais na motivação da equipe para participar dessa atividade.

Em relação ao ROI — o retorno sobre o investimento — tenha consciência de que o treinamento deve trazer um benefício concreto à empresa. Do contrário, é simplesmente um desperdício de capital.

Para descobrir o ROI, é necessário fazer algumas estimativas. Você conseguiria calcular quanto a sua empresa vai ganhar com a maior produtividade dos colaboradores no uso da tecnologia? Ou, sob outro ponto de vista: quanto será economizado com a redução de falhas e retrabalhos?

3. Contratação de consultores

Chegamos a uma questão essencial. Quem vai capacitar a equipe? De fato, é possível organizar um treinamento aproveitando o pessoal interno que já sabe utilizar a ferramenta que está sendo implementada.

Porém, os resultados são muito melhores quando você traz um especialista capaz de explicar com clareza e responder a todas as dúvidas. É a clássica diferença entre saber fazer, apenas, e saber ensinar. Lembre-se de que, nessa situação, seus colaboradores são, basicamente, alunos.

Vale lembrar que esse especialista, o consultor, costuma cobrar um valor importante para oferecer treinamentos. Portanto, esse é um fator que você deve considerar na hora de planejar o orçamento.

4. Estabelecimento de formas de monitoramento e avaliação

Como saber se os colaboradores estão, de fato, aprendendo? Existem algumas alternativas que podem ser adotadas. Recomendamos que você as utilize em conjunto, para obter o melhor resultado.

Um dos meios mais simples é incluir a realização de provas durante o treinamento.

Porém, tenha em mente que essa é uma forma de avaliação do aprendizado, e não da aplicação.

Portanto, utilize também métricas de performance (KPIs), focados em identificar se os colaboradores estão colocando o treinamento em prática no dia a dia.

5. Oferecimento de certificações

Nós já falamos um pouco, nos itens anteriores, sobre o papel da motivação da equipe para que a capacitação seja bem-sucedida.

Se você quer incentivar sua equipe a participar do treinamento — e aproveitá-lo ao máximo — uma estratégia interessante é oferecer uma certificação àqueles que completarem o curso.

O certificado tem um valor como comprovação da habilidade adquirida — especialmente se carrega a chancela de uma empresa com boa credibilidade e reputação.

Os profissionais sabem que, para futuras oportunidades de carreira, um comprovante como esse é um diferencial.

6. Cultivo de um diálogo honesto

Quando há a implementação de uma nova tecnologia na empresa, os colaboradores — especialmente aqueles que não possuem muita intimidade com a ferramenta —, frequentemente, sentem-se inseguros.

Logo, rumores de que pessoas serão substituídas pelos novos recursos começam a se espalhar.

Como gestor, você provavelmente sabe que esse tipo de reação é exagerada. O software, em si, não ocasiona demissões. Porém, há um fundo de verdade: se um colaborador se recusa a acompanhar as mudanças, isso pode atrapalhar seu desempenho e sua imagem na organização.

Ele, então, passa a ser visto como um obstáculo, em vez de ser parte da força que move o negócio em direção à melhoria contínua.

Para evitar danos à moral da equipe, causados pelos rumores, um diálogo honesto é a solução. Seja claro ao explicar as vantagens da adoção de uma nova tecnologia. Além disso, é preciso ser transparente e explicitar os pontos negativos da não participação nos treinamentos.

 

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9 lições de liderança essenciais para empresários

Se você parar para analisar a história das grandes empresas mundiais, provavelmente perceberá um certo padrão: costuma haver 1 ou 2 profissionais por trás de tudo, atribuindo personalidade ao negócio — algumas vezes de forma positiva e em outras, nem tanto. De toda maneira, sempre é possível extrair ótimas lições de liderança desses exemplos.

Independentemente da nacionalidade ou do segmento em que o líder atua, uma coisa é certa: ele precisa dominar ao menos 2 grandes áreas: uma delas é o próprio negócio em que exerce sua liderança e a outra é a gestão de imagem e pessoas. Para entender melhor tudo isso, recrutamos 3 grandes líderes das últimas décadas para darem algumas aulinhas especialmente para você. Então aproveite!

3 lições de liderança de Bill Gates

Assim como sua fortuna, a fama de Bill Gates extrapola os 5 continentes. Faltando pouco tempo para completar 63 anos, o magnata e filantropo norte-americano foi o fundador da Microsoft. Com ele, você deve aprender que é preciso:

Ler sabiamente

Não tem como escapar: a leitura é a base da aquisição de conhecimentos valiosos. Para Bill Gates, um líder de sucesso precisa dominar todos os tipos de perspectiva, a fim de possibilitar que o profissional se torne mais criativo e um melhor estrategista. Ao ser capaz de pensar a respeito de um mesmo problema sob diferentes pontos de vista, Gates foi capaz de entender melhor as situações nas quais se encontrava e, consequentemente, tomar decisões mais assertivas. Então leia (e inclusive releia) de tudo! Afinal, a cada fase da vida nos tornamos outras pessoas, com olhares completamente diferentes.

Buscar a melhoria constante

Muitas pessoas até podem criticar o principal produto da maior empresa do Bill Gates por suas constantes atualizações. Mas enquanto uns pensam que as atualizações representam correções de problemas de um produto ruim, outros entendem que são melhorias de um produto em constante evolução. Mais uma vez, tudo depende do ponto de vista. Então aprenda com Gates a sempre se perguntar o que é possível fazer melhor.

Ajudar as pessoas

Bill Gates também é bastante conhecido por sua Fundação Bill e Melinda Gates, que promove pesquisas sobre a AIDS e outras doenças que atingem principalmente os países em desenvolvimento, além de novas fontes de energia limpas e sustentáveis. E, além disso, o magnata ainda faz muitas doações para a caridade, ensinando com isso que um bom líder não só pode como deve usar sua posição em prol das pessoas. Que tal incentivar seus colaboradores a prestarem serviços para uma ONG, por exemplo?

3 lições de liderança de Steve Jobs

Em apenas 56 anos de vida, Steve Jobs foi capaz de registrar seu nome na história recente da humanidade. Em vida, foi cofundador da Apple, revolucionando diversas indústrias — a exemplo da música, telefonia e computação. Com sua história, é possível aprender a necessidade de:

Ter foco

Um dos ensinamentos mais importantes de Jobs é que muito mais importante que saber o que se quer fazer é decidir o que não se quer fazer. Sabendo exatamente o que não queria, passava a explorar as outras alternativas possíveis. Walter Isaacson, autor da biografia de Steve Jobs, escreveu que o empresário levava os 100 mais importantes funcionários da Apple para um retiro e, no último dia, os questionava sobre as 10 coisas que eles deveriam fazer em seguida. Após a decisão do grupo e de observar os profissionais debatendo, riscava o que achava inviável e definia 3 coisas da lista final para colocar em prática.

Ser simples

Antes de mais nada, vale ressaltar que simplicidade não necessariamente significa humildade. O que Steve Jobs pregava (e que tomamos como uma de suas lições de liderança) é que a simplicidade é a suprema sofisticação. Por isso, Jobs pensava seus produtos de forma a poderem ser facilmente operados pelos clientes. Nas palavras dele, “é preciso muito esforço para fazer algo simples, para entender de verdade os desafios subjacentes e chegar a soluções elegantes”. Com muito esforço, acabou desenvolvendo máquinas ao mesmo tempo tão complexas e simples como os produtos da Apple.

Prezar pela qualidade

No entendimento de Jobs, o mais importante era manter o foco na qualidade. Por isso, enquanto a qualidade dos protótipos não atendesse a suas exigências, o produto não era lançado. Desde o simples detalhe de uma alça sem muita função prática no Mac para transmitir uma imagem amistosa para o aparelho até a eliminação de partes do iPhone que brigavam visualmente com a tela, tudo era exaustivamente avaliado. E, no fundo, ele tinha mesmo razão: o lucro não é imediato, mas vem juntamente com a qualidade.

3 lições de liderança de Barack Obama

Ser o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, ainda com ascendência africana, definitivamente não é tarefa fácil. E, para ser reeleito, Obama precisou demonstrar uma liderança exemplar. Com a história que vem escrevendo, você pode entender a importância de:

Acreditar nos projetos

Transmitir autoconfiança é premissa básica para qualquer gestor. Você não precisa transparecer que sabe de tudo! Mas, como Barack Obama faz, você precisa sim transmitir confiança em seus objetivos. O fato de acreditar em seus próprios projetos faz com que outras pessoas também acreditem e se engajem na realização das metas, sejam elas quais forem.

Engajar as pessoas

Enquanto a maioria dos políticos gosta de verbalizar as ações na primeira pessoa do singular (eu farei e eu consegui), Obama fez com que as pessoas se identificassem com ele ao usar constantemente o nós — está lembrado do famoso yes, we can? Ao se identificarem, diversos seguidores e parceiros passaram a ter as metas de Obama como suas! Essa inteligência pode ser chamada de liderança persuasiva, fazendo sua equipe se engajar na superação das metas.

Comunicar-se sempre

Uma valiosíssima lição de liderança consiste em aprender a se comunicar com diversos públicos. E o então presidente dos EUA sabe fazer isso muito bem, tendo que lidar com eleitores, investidores, aliados, políticos concorrentes e várias outras audiências. Da mesma forma, o gestor de uma empresa precisa se comunicar bem com seus funcionários, credores, fornecedores, parceiros e consumidores. E para fazer isso com maestria, Barack Obama lançou mão de diversas ferramentas: cartazes, entrevistas de TV, programas de rádio, e-mail marketing e redes sociais. O importante na trajetória é manter uma comunicação aberta com os públicos, falando, ouvindo e construindo em conjunto.

 

 

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Como alcançar a felicidade no trabalho

Você é daqueles que chega aos domingos depressivo porque o dia seguinte é segunda-feira? Você sabia que 64% dos executivos brasileiros estão infelizes no trabalho? Essa foi a constatação de um estudo realizado por Fredy Machado e analisado em seu livro “É possível se reinventar e integrar a vida pessoal e profissional”. O autor acredita que é possível mudar essa realidade quando as pessoas conseguem definir o propósito de vida e buscam uma integração entre vida pessoal e trabalho.

O estudo foi realizado num universo com mais de 300 profissionais, incluindo atuantes no “C” level das empresas, de 21 estados brasileiros, com 14 países representados e 18 brasileiros expatriados – sendo a maioria homens. Abaixo, confira cinco técnicas para alcançar felicidade profissional e pessoal.

Alinhamento do propósito pessoal

É preciso definir os valores e crenças que orientam sua trajetória para se sentir satisfeito com sua vida pessoal e profissional. Fredy faz um convite à reflexão até encontrar algo que realmente faça sentido e descreva detalhadamente tudo que dá propósito à vida, e propõe: “você pode começar criando uma pequena lista e depois produzir um texto que explique e defina cada item dessa lista. Depois analise o que os elementos têm em comum e determine o seu principal propósito. Conectar-se com você mesmo e ter uma vida integrada é uma tarefa de dedicação plena que demanda tempo”.

Alinhamento do propósito da empresa em que trabalha

Já é cientificamente comprovado que pessoas felizes produzem mais ao realizar seu papel profissional. Segundo um estudo de meta-análise realizado pela Universidade da Califórnia, em Riverside, o trabalhador feliz é, em média, 31% mais produtivo, as vendas são 37% mais elevadas, além disso, a criatividade é três vezes maior do que a de outros colaboradores menos felizes. Fredy destaca que não importa qual a sua posição no mundo corporativo. “O principal é saber se o seu propósito de vida está alinhado com o propósito da empresa, pois isso pode ter grande influência no seu bem-estar e na sua felicidade”.

Diagnóstico da sua vida hoje

Faça um diagnóstico claro de como está a sua vida hoje, em todos os níveis, pessoal, profissional, relação com a comunidade. Fredy salienta que “antes de qualquer coisa, faça uma análise sobre todos os aspectos da sua vida atual, levando em conta os seguintes tópicos: boa forma e saúde, carreira, riqueza/dinheiro, crescimento pessoal/espiritual, diversão/recreação, amor, amigos/família, lar, ambiente físico, criatividade e autoexpressão”.

Procure feedback

Um sistema genuíno de feedback pode afetar toda a organização. Procure pessoas que te conheçam bem e peça que sejam 100% sinceras com o que irão falar e alertar: “os empresários e as empresas devem firmar compromissos claros com seus funcionários e serem sempre os mais objetivos possíveis no relacionamento, pois isso cria uma maior reciprocidade e senso de compromisso entre eles”.

Planejamento estratégico para sua vida

Faça um planejamento que envolva tudo no que você estiver inserido e promova uma integração entre seu propósito de vida, desejos, profissão e o que você oferece para sociedade – isto é o que os americanos chamam de “Give back”.  busca por uma maior integração entre vida pessoal e trabalho é fundamental para o desenvolvimento de qualquer que seja sua atividade.

 

 

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Empresas buscam profissionais com alta capacidade de resolver problemas

A capacidade de resolução de problemas é uma das competências mais importantes que as empresas buscam nos profissionais de hoje. A Febracis, por exemplo, aponta que durante as dinâmicas e exercícios realizados nos processos seletivos, essa atribuição é altamente desejada pelas companhias.

Para a instituição, os profissionais que não têm medo de fazer perguntas, que dão atenção aos detalhes, não supõe, conclui a partir de uma análise estruturada, não têm pressa para implementar uma solução, não fica tentando encontrar culpados, têm paciência e autocontrole, têm alta performance profissional são os que possuem características fundamentais de um bom “solucionador de problemas”. A Febracis também compartilha 7 dicas para quem quer desenvolver essa característica.

Não se desespere:

A primeira reação de muitas pessoas diante do problema é se desesperar. O desespero leva à ansiedade, e a ansiedade destrói as chances de você conseguir aproveitar seus conhecimentos e experiência para resolver problemas. Portanto, ao ver um obstáculo, se tranquilize. Só assim você será capaz de elaborar um plano de ação que solucione a questão.

Mostre aos seus superiores que eles podem contar com você:

Ao verificar algum problema, elabore um plano de ação e leve-o aos seus superiores. Mostre quais são suas estratégias para solucionar a questão, o prazo que levará e as ferramentas que você precisa para concretizar as medidas propostas. Esse tipo de atitude mostra proatividade, transparência e organização, o que fará com que a alta liderança da empresa confie em você como um solucionador de problemas.

Compreenda o que de fato está acontecendo:

Quando surge uma adversidade, é fundamental que você não parta imediatamente para uma possível solução. Afobar-se para resolução do problema também não é nada bom: é preciso um equilíbrio. Assim sendo, pare por um instante e tente compreender a fundo como o problema começou, por que ele ocorreu para, aí sim, elaborar um plano de ação para solucioná-lo.

Não tente encontrar culpados, encontre soluções:

Algo muito comum que acontece nas empresas quando surge algum problema é um esforço imediato para encontrar culpados. Por mais que seja importante saber o que está acontecendo, esse não é o momento para descobrir quem errou ou punir essa pessoa. O primeiro passo deverá ser, sempre, trabalhar em busca de soluções.

Faça um plano de ação:

Depois que você tiver um quadro completo do que está acontecendo, formule um plano de ação, anotando o que deve ser feito. Se mais pessoas tiverem de ser envolvidas, converse com elas já que poderão ter outras sugestões. Um consenso nesse momento é muito importante.

Execute:

Depois de avaliar bem a situação e elaborar um plano de ação, chega um dos momentos mais difíceis: a execução. Confie no plano e mantenha sua posição quando precisar tomar decisões difíceis.

Desenvolva sua Inteligência Emocional:

A Inteligência Emocional (IE) é a capacidade humana de trazer o melhor de si e os melhores resultados, além da capacidade de se conectar com o meio social e de produzir os melhores resultados dessas conexões. Isso significa que uma pessoa dotada de uma IE bem desenvolvida é capaz de administrar suas emoções de forma que a capacidade do cérebro é utilizada com foco total na solução do problema, deixando a ansiedade e o desespero de lado.

Além disso, pessoas com um lado emocional bem trabalhado são persistentes, capazes de tomar decisões difíceis e altamente produtivas. Ou seja, são pessoas que não se deixam vencer frente às adversidades.

 

Compartilhado de: Revista Melhor Gestão de Pessoas

Saiba como pensar em gestão de talentos nas pequenas empresas

As pequenas empresas estão em franco crescimento no Brasil, representando 27% do PIB (Produto Interno Bruto) e 54% das vagas formais no mercado de trabalho, de acordo com dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) divulgados em 2017. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma pequena empresa no Brasil é aquela com até 49 funcionários, se for do setor comercial ou de serviços, ou com até 99 funcionários, se for do setor industrial. O faturamento também é fator determinante para sua qualificação como pequena empresa: o valor máximo deve ser de R$ 3,6 milhões ao ano.

Não podemos pensar que o fato de a empresa ter poucos funcionários vai isentá-la da necessidade de “cuidar” de quem trabalha no negócio e “acompanhar” seu potencial. Em muitos casos, os profissionais começam sua carreira nas pequenas empresas. A oportunidade pode não ser o “emprego dos sonhos”, mas é considerada um grande passo para o início de uma carreira promissora. Para que isso se torne realidade, é fundamental que o indivíduo seja “lapidado”, “orientado” e “preparado” para os maiores desafios do mercado.

Neste cenário, o clima organizacional é um aspecto importante para garantir que os profissionais se sintam motivados a crescerem junto com o negócio e se mantenham engajados em suas tarefas, aproveitando oportunidades de aprendizado e desenvolvimento.  Investir em um ambiente de trabalho agradável, tanto do ponto de vista visual quanto comportamental que estimule o crescimento, é um dos primeiros passos para contar com um clima organizacional favorável.

As pequenas empresas podem evoluir consideravelmente com um ambiente de estímulo ao aprendizado e ao desenvolvimento. Veja a seguir três fatores, interligados e igualmente importantes, que contribuem para este processo:

  • Financeiro: Um fato que parece óbvio (mas nem sempre seguido à risca) é ter um orçamento anual para oferecer salários atualizados com o padrão de mercado e benefícios ou compensações atraentes aos funcionários. Caso contrário, aumentam as chances deles saírem em busca de outras oportunidades, com a justificativa de procurarem maior “estabilidade financeira”.

 

  • Comportamental: Todo local de trabalho tem suas divergências de ideias e relações, mesmo que a empresa tenha poucos funcionários. Os motivos podem ser os mais diversos: alguém “leva” os problemas pessoais para dentro da empresa e “desconta” nos colegas, um funcionário “não vai com a cara do outro”, ou os funcionários discordam em relação à forma de trabalhar, entre outros.Por isso, é importante adotar uma política básica de gerenciamento de conflitos, pois estes, inevitavelmente, vão acontecer. Com a política, é possível, pelo menos, minimizar os degastes e evitar problemas de descontentamento, desengajamento e queda de rendimento profissional.

 

  • Educacional: Tão importante quanto a remuneração é ter um programa contínuo de treinamento e desenvolvimento corporativo, mais uma vez levando em consideração que é grande a chance de ter mão de obra em início de carreira.Essa é a melhor forma de conscientizar os funcionários sobre a cultura organizacional, seus direitos e deveres no dia a dia da empresa. E, finalmente, educá-los (tanto por meio de especialização interna quanto por meio de cursos externos) para desenvolver ao máximo suas habilidades (até mesmo aquelas que não são demonstradas de imediato na entrevista de emprego ou nos primeiros dias de trabalho) e explorar tais habilidades em prol da empresa também é essencial para gerar engajamento.

 

O verbo engajar é, por fim, a ordem para a gestão de talentos nas pequenas empresas. O engajamento dos funcionários por meio do aprendizado, de comportamentos favoráveis e valorização é o que dá às empresas de pequeno porte a oportunidade de crescer.

 

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Afinal, como a gestão de pessoas aumenta os lucros da empresa?

É importante entender como a gestão de pessoas aumenta os lucros da empresa, afinal, por diversas vezes, essa prática é vista apenas como um custo não-estratégico. A realidade é que conduzir adequadamente os profissionais é uma das tarefas empresariais mais importantes.

Antes de falar mais sobre o assunto, é preciso compreender que o lucro de uma companhia pode ser otimizado de três principais formas: reduzindo os custos, aumentando as receitas ou maximizando a produtividade, criando-se, então, uma economia em escala.

Pensando nisso, preparamos este guia. Hoje, você vai entender com clareza como a gestão de pessoas aumenta os lucros da empresa. Continue lendo e fique por dentro do assunto!

Redução de custos com evasão de colaboradores

Na maioria das vezes, a saída de pessoas do quadro de funcionários não é nenhuma vantagem para a companhia. Há diversos custos envolvidos com esse processo, como as despesas com a rescisão contratual e os gastos para iniciar um novo processo de recrutamento.

Por esse motivo, investir na gestão de pessoas e criar boas políticas para retenção de talentos pode ser visto como uma ação estratégica. Ela previne perdas financeiras futuras, garantindo que os colaboradores fiquem por muito mais tempo na empresa.

Aumento da produtividade no dia a dia

Segundo este estudo, apenas 39% do expediente de trabalho é produtivo. Isso significa que o restante do tempo é perdido e gera custos desnecessários. Para aproveitar ao máximo o expediente, é preciso otimizar o nível de produtividade e motivação dos funcionários.

Nesse sentido, a gestão de pessoas tem um papel crucial. Ela garante a criação de metas inteligentes e desafiadoras, bem como o aumento do ânimo dos funcionários por meio de diversas práticas, como o reconhecimento e a melhoria da comunicação interna.

Mitigação de erros, acidentes e problemas operacionais

Muitos dos erros que acontecem dentro da empresa estão relacionados ao capital humano. Esses imprevistos aumentam o desperdício de materiais, o número de horas perdidas, ocasionam acidentes, conflitos interpessoais e podem até servir de base para processos trabalhistas.

A correta gestão de pessoas contribui para manter os profissionais alinhados e qualificados para o desempenho das tarefas diárias. Também contribui para a implementação de novos canais de comunicação, que facilitam a interlocução entre os integrantes do time.

Aumento na conversão de vendas

Muitos podem até não perceber, mas uma boa gestão de pessoas faz toda a diferença na forma como os clientes finais são atendidos. Isto é, quando os colaboradores são bem-tratados, também oferecem um melhor atendimento aos clientes e convertem mais vendas.

Uma prova disso é que, apenas em 2015, as empresas brasileiras perderam US$217 bilhões pelo mau atendimento. Ainda pelo mesmo motivo, 86% dos compradores migraram para a concorrência. A raiz desses números está na má gestão de pessoas, incapaz de cuidar bem dos funcionários e fazê-los, consequentemente, cuidar bem dos clientes.

Pronto, agora você estão por dentro do assunto! O adequado gerenciamento do capital humano contribui para reduzir custos de evasão, mitigar erros operacionais, aumentar a produtividade e converter um maior número de vendas. Assim, toda a companhia é beneficiada.

 

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