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Por que seu RH precisa ser cada vez mais mobile?

Transformação digital, atração e engajamento das novas gerações, alinhamento com a estratégia, estímulo às novas competências, aumento de performance e conexão com o negócio. Esses são alguns temas que preocupam o RH moderno e estão sempre presentes nas feiras e eventos em que participo. É provável que eles também estejam na pauta da gestão de pessoas da sua empresa.
Faço questão de reforçar: o sucesso na implementação dessas estratégias dependerá cada vez mais da tecnologia mobile aplicada ao RH.
A afirmação pode parecer forte a princípio, mas explico porque eu acredito que os dispositivos móveis mudaram a forma como nos conectamos com o mundo e, claro, transformaram o modo como as empresas devem fazer a gestão de seus colaboradores.
Pense comigo: qual a primeira ação que você provavelmente faz ao acordar?
Desligar o despertador do smartphone, certo? Naquele momento, muitos já checam seus e-mails e os recados nas redes sociais. Não para por aí. Durante o dia, usamos os dispositivos móveis para nos entreter e facilitar nosso transporte, alimentação, saúde, dentre tantas outras funções.
 
Atento a esse cenário, o setor bancário, por exemplo, saiu na frente e tem se consolidado como referência em uso de soluções mobile. Estudo divulgado em 2017 pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em parceria com a consultoria Deloitte, apontou que as transações bancárias por dispositivos móveis superaram as operações realizadas com o uso de outros canais de atendimento ao cliente. Foi a primeira vez que o mobile banking liderou o acesso de brasileiros a contas em bancos, atingindo a marca de R$ 21,9 bilhões de transações por meio do smartphone.
Situação parecida vive a área de vendas:
Com o crescimento dos e-commerces e das transações realizadas pela internet. De acordo com o estudo “Análise do E-commerce no Mundo”, divulgado pela empresa de tecnologia Criteo, houve um aumento de 51% nas transações realizadas via celulares no terceiro trimestre de 2017, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Se mudamos a maneira como consumimos e como nos relacionamos com as marcas, por que deveria ser diferente na gestão de pessoas?
Eu acredito que o futuro do RH é ser cada dia mais mobile, a começar pela atração de talentos. Hoje, as empresas já têm à sua disposição aplicativos que contam com games, entrevistas por vídeo e recrutamento via redes sociais, facilitando a busca e o cadastro de vagas e, muitas vezes, possibilitando a participação em processos seletivos, que não precisam mais ser conduzidos presencialmente.
 
Há ainda as tarefas diárias como marcação de ponto, consulta de holerite, solicitação e aprovação de férias, e as atividades relacionadas ao desenvolvimento, como treinamentos, aplicação e formalização de feedbacks recebidos no dia a dia. A regularização dos feedbacks, algo que sempre foi desejável pelas empresas, mas encontrava barreiras nas ferramentas para se concretizar, tornou-se realidade no mobile, ambiente propício para esse tipo de ação.
Diante dessa necessidade, por onde começar uma estratégia mobile para o seu RH?
Busque no mercado ferramentas que suportem o crescimento do seu negócio em longo prazo. Além disso, priorize aplicativos que estejam em constante atualização e que façam a integração com outros subsistemas da gestão de pessoas, como a folha de pagamento. Por fim, valorize parceiros que estejam atentos às necessidades do seu capital humano. Afinal, são as pessoas que geram valor para as companhias e a tecnologia deve estar sempre a serviço delas e não o contrário.
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Como inovar sua gestão de pessoas através da educação corporativa?

Todo empreendedor deseja que seus colaboradores tenham produtividade e alinhamento às metas e objetivos da organização. Tais critérios são essenciais para que a empresa tenha sucesso e agem de modo a evidenciar a relevância de investir em programas educacionais corporativos para a gestão de pessoas.

Estes programas fazem a articulação de modo coerente das competências de cada colaborador com o intuito geral do negócio. É um passo importantíssimo para que os processos da corporação continuem inovando e crescendo.

Entretanto, vários aspectos estão prejudicando os resultados obtidos com técnicas de treinamento em empresas.

Muitos colaboradores se ausentam em determinadas reuniões de capacitação em virtude de tarefas acumuladas ou somente por aquela demanda que precisava ser entregue no fim do dia.

É por isso, que uma das metodologias que tem se destacado para a educação corporativa é o EAD – Ensino à Distância. Geralmente, trata-se de um treinamento de custo muito baixo – principalmente em relação aos métodos tradicionais – e que se destaca pela adaptação à necessidade de qualquer pessoa.

Por meio do ensino à distância, o funcionário atua na realização de uma autogestão de seus procedimentos de aprendizado e acaba se tornando responsável por tudo aquilo que aprende.

Isso é importante para a gestão de pessoas, a partir da premissa de que funcionários empoderados têm motivação de forma constante e não são desistentes. Além disso, eles também acabam por desenvolver capacidades relevantes para a produção profissional:

  • tempo gerido;
  • aprimoramento comunicativo;
  • problemas resolvidos rapidamente;
  • informações retidas;
  • emocional controlado.

 

Inovando com o EAD

Uma realidade inovadora de aprendizagem revelou o caráter urgente de gerir estrategicamente pessoas com foco em procedimentos diferentes e inovadores, alheios aos utilizados de forma tradicional. Isso teve amplificação a partir de avanços da tecnologia e consequentemente, no mercado de trabalho.

Desse modo, o EAD ganhou força nos procedimentos responsáveis por gerir pessoas e, atualmente, disponibiliza várias vantagens em comparação às metodologias convencionais de treinamento de empresas.

Pontuações positivas relacionadas ao ensino à distância:

  1. Comodidade

Nos treinamentos convencionais, o colaborador necessita acompanhar um determinado cronograma. O problema é que, por vezes, o período que os gestores escolhem ou o tempo de curso acabam interrompendo a produtividade de equipe.

Cursos virtuais acabam evitando tal obstáculo quando possibilitam maiores comodidade e flexibilidades em relação ao aprendizado. Estes colaboradores estão aptos a criar rotinas de estudo com base nas necessidades, sem que se perca o foco profissional.

  1. Comprometimento

Sem um instrutor, a metodologia acaba exigindo que o estudante tenha um comprometimento total relacionado aos estudos, de modo a cumprir suas atividades de forma responsável. Tal ação se reflete em procedimentos profissional e na maneira como os funcionários devem lidar com os objetivos estipulados.

  1. Custos reduzidos

Estes treinamentos que são realizados à distância delimitam vários gastos. Não há a necessidade de se locomover ou preparar estruturas físicas. Por isso, são destacados pela porcentagem de até 66% mais em conta do que quaisquer âmbitos de ensino presencial.

Os treinamentos EAD também podem destacar-se por um custo benefício aprimorado e têm maior acesso por não haver sofrimento com transtornos de localização geográfica, faixa etária ou período.

  1. Redução de taxas de evasão

Essa capacitação é flexível e age efetivamente na redução de taxas de evasão, promovendo uma elevação de sua procura.

Pesquisas apontam que desistências nas modalidades de educação corporativa à distância é de somente 3% e seu retorno para as companhias pode alcançar a 34%. Por isso, não é necessário ter medo de fazer o investimento neste método, acreditando que os colaboradores desistirão durante o treinamento.

  1. Avaliação de métricas

Já diziam grandes estudiosos que: não há como fazer o gerenciamento daquilo que não se pode mensurar, além de não ser possível mensurar aquilo que não tem definição, como também não há definição daquilo que não se pode compreender e, ainda, que não existe sucesso onde não há gerenciamento.

Isso reflete o que, de fato, é a razão para que os empreendimentos acompanhem os indicadores de desempenho de colaboradores e de técnicas aderidas.

É, portanto, necessário que se monitore todas as métricas para que ocorra a certificação de que as técnicas procedidas estejam de fato trazem resultados positivos. Isso é, de um jeito fácil, alcançado em comparativo de dados alcançados anteriormente e posteriormente ao método implementado.

 

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5 maneiras de a inteligência artificial te ajudar no trabalho, em vez de roubar teu emprego

Empresas inovadoras já usam algoritmos para melhorar a produtividade da equipe e recrutar profissionais

Muito se fala na ameaça que a inteligência artificial (IA) representaria para o futuro do trabalho, com mais pessoas perdendo seus empregos para as máquinas. Empreendedores como Mark Zuckerberg e Richard Branson já comentaram, recentemente, como será necessário dar uma ajuda econômica para os profissionais com dificuldades em se recolocar, na medida em que a automatização e a robotização avançarem.

Mas há estudos mais otimistas sobre o futuro do trabalho. A McKinsey, por exemplo, estimaque apenas 5% dos empregos serão eliminados pela IA, enquanto a grande maioria poderá aproveitar justamente os benefícios das novas tecnologias para se aperfeiçoar e ser mais eficiente em suas funções.

Seria uma questão, então, de entender como as inovações que vêm surgindo podem ajudar a melhorar nosso dia a dia profissional. E há pelo menos cinco formas de empresas, profissionais e até recrutadores serem beneficiados pela inteligência artificial, segundo reportagem da Fast Company:

Recrutamento e procura por trabalho

Se um dos principais potenciais da IA for o de encontrar a informação correta, ou mais apropriada, entre milhares ou milhões de dados, significa também que será possível identificar o melhor candidato entre todos os que desejarem determinada vaga. E, se você tiver o perfil ideal para alguma oportunidade, pode ser mais fácil ser notado mesmo sem aquela indicação profissional que ajuda muita gente.

Alexander Rinke, CEO da Celonis, companhia que usa a inteligência artificial para ajudar em processos seletivos, diz que a tecnologia pode auxiliar as empresas a reduzir até 30% de custos no processo de recrutamento.

Esse, inclusive, é o modelo de negócios da startup brasileira Jobecam, que utiliza entrevistas por vídeo para unir candidatos e companhias. Entre os muitos que se interessam por cada oportunidade, a empresa usa algoritmos para selecionar aqueles com as qualidades procuradas na vaga, e entrega os nomes ideais já filtrados aos recrutadores.

Aumentando a produtividade

Cruzando inúmeros dados e aprendendo com as experiências passadas, também é possível identificar as formas mais produtivas de trabalhar. É o que garante John Furneaux, CEO da Hive Workspaces, empresa que administra espaços de coworking na Índia.

A companhia monitorou mais de 30 mil ações do cotidiano profissional e descobriu, por exemplo, que homens são mais produtivos na parte inicial do dia, enquanto as mulheres tendem a trabalhar de forma mais eficiente após o almoço. Também foi possível identificar que as mulheres atrasam menos as próprias tarefas enquanto conversam em janelas de chat. Já os trabalhadores do sexo masculino se distraem e demoram mais para entregar o que precisam.

Igualdade nos pagamentos

A inteligência artificial pode ainda ajudar a distribuir de forma mais justa os salários, evitando grandes gargalos entre a chefia e os níveis mais baixos da hierarquia. Identificando particularidades dos profissionais, como grau de estudo, cursos complementares e experiência, plataformas de compensação mensuram as gradações mais apropriadas entre os salários em cada nível gerencial.

“A inteligência artificial pode ajudar a resolver os gargalos entre os salários, como os que existem entre o CEO e o trabalhador da base do organograma. Para cada US$ 1 ganho por um funcionário, um presidente de empresa chega a receber US$ 5 mil em algumas empresas da Fortune 500”, afirma Tanya Jansen, cofundadora da beqom, uma dessas plataformas.

Encontros quase presenciais

Outra possibilidade intrigante para a IA é uni-la à realidade aumentada. Em videoconferências, por exemplo, combinar as duas tecnologias pode resultar em chamadas quase presenciais, e na captação de dados sobre linguagem corporal, discursos e outros aspectos humanos. Assim, conhecer candidatos para vagas e ter reuniões comerciais, por exemplo, torna-se bem mais produtivo, afirma Christa Manning, líder de pesquisas na Deloitte. “Imagine estar em uma videoconferência com um colega e ter impressões diretas de seu estilo de se comunicar e perceber a melhor forma de interagir com ele”.

Liderança mais confiável

A Indiggo existe há 15 anos como plataforma de gestão empresarial, e desde então acumula dados que, hoje, seu algoritmo de IA, chamado “indi”, guarda em seu cérebro eletrônico.

Com todo esse histórico de como funcionam as empresas que usam a plataforma, o indi é capaz de estimar quanto tempo é perdido na companhia com base no tamanho do time de gestores.

O algoritmo analisa os calendários de atividades, entre outros fatores, e depois dá sugestões de mudanças com base nas prioridades da companhia. A ideia é gerir o tempo da melhor forma possível e, dessa forma, aperfeiçoar as lideranças.

 

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Trilhas de aprendizagem: o que são e para quê servem

Vivemos em um ambiente onde as mudanças são constantes e a tecnologia evolui de forma exponencial. Para se adaptarem ao mercado e se manterem competitivas, as empresas precisam se reinventar a cada dia, desenvolver novas competências, inovar. E isso só acontece a partir do desenvolvimento de seus colaboradores.

Há anos atrás, a Educação Corporativa focava em ações isoladas, por exemplo: se fosse identificada a necessidade dos gestores aprenderem a dar feedback, era desenvolvido um treinamento com esta finalidade, o público-alvo era treinado e pronto. A partir dali, os gestores teriam “aprendido” as novas técnicas e estariam aptos a dar ótimos feedbacks.

Atualmente, sabe-se que a aprendizagem deve ser compreendida como um processo contínuo. Ela se dá a partir da interação do indivíduo com estímulos do meio em que vive, causando mudança de comportamento. A partir desse conceito, o foco da Educação Corporativa passa a ser outro: ao invés de cursos e programas, o objetivo é entregar profissionais que apresentem o desempenho esperado pela empresa.

E o que isso significa?

A área de Treinamento e Desenvolvimento deve se preocupar em garantir que ocorra a transferência de aprendizagem, ou seja, que o colaborador possa demonstrar a aquisição ou a mudança de comportamento em seu dia-a-dia de trabalho. Para que isso aconteça, a Educação Corporativa precisa proporcionar experiências completas de aprendizagem.

É dentro desse contexto que surgem as trilhas de aprendizagem, sequências integradas de experiências, estruturadas, com a finalidade de proporcionar a aprendizagem das competências necessárias ao desempenho em diferentes atividades e perfis dentro da empresa.

Diferentes das grades de treinamento, que são um conjunto de cursos obrigatórios a determinado cargo, as trilhas de aprendizagem apresentam características que possibilitam uma aprendizagem contínua, mais centrada no participante e suas necessidades de desenvolvimento, sem perder o foco nas necessidades de desenvolvimento da própria empresa.

Características das trilhas de aprendizagem

A primeira característica das trilhas é a flexibilidade. É possível trabalhar com soluções de aprendizagem obrigatórias e outras elegíveis pelo colaborador. No caso de trilhas eletivas, o colaborador é incentivado a ser o protagonista de seu desenvolvimento, uma das principais competências nos dias atuais.

A segunda caraterística é o conceito de experiência completa de aprendizagem. As trilhas são desenhadas pensando no pré e pós treinamento, ou seja, que sequência de experiências poderão ser proporcionadas aos participantes de forma que eles possam efetivamente apreender as novas competências requeridas.

Por fim, a terceira característica das trilhas de aprendizagem é a diversidade de estímulos. A fim de que os objetivos de aprendizagem e desempenho sejam alcançados, a educação corporativa pode lançar mão de diferentes soluções e recursos instrucionais.

Alguns exemplos: cursos presenciais ou online, tutoria, vídeos, fóruns, chats, participação em congressos ou seminários, mentoria, coaching, atividades on the job, livros e apostilas, participação em projetos, entre outros.

Para planejar quais ações farão parte de cada trilha de aprendizagem, é preciso realizar, previamente, uma análise bem estruturada. Conhecer profundamente o público e as necessidades de aprendizagem e desempenho é fundamental para que as trilhas não representem apenas uma sequência de atividades, mas sim estratégias educacionais que proporcionem uma continuidade no desenvolvimento dos colaboradores.

Veja as vantagens na utilização de trilhas de aprendizagem:

 

– Possibilita que o colaborador tenha uma visão mais clara das competências necessárias.

 

– Nivela conhecimentos necessários.

 

– Estimula o autodesenvolvimento, permitindo que os colaboradores tenham autonomia na escolha das trilhas que deseja percorrer.

 

– Proporciona um ambiente de aprendizagem contínua.

 

– Potencialização do processo de aprendizagem a partir de diferentes estímulos.

 

– Associa a Educação Corporativa aos processos de desenvolvimento de carreira e plano de sucessão, possibilitando que o colaborador defina metas de aprendizagem de acordo com seus objetivos.

 

As trilhas de aprendizagem ampliam a capacidade de aprendizagem da empresa. Ao desenvolver seus colaboradores de forma contínua, a empresa estará também desenvolvendo sua capacidade de se reinventar e se adaptar a um ambiente em constante processo de mutação.

 

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Mensurar resultados de treinamento é tão importante quanto investir em qualificação

A forma mais inteligente de engajar e reter talentos nos negócios e, consequentemente, melhorar seus serviços é investir em pessoas.

Quanto mais investimento houver para o desenvolvimento e crescimento dos colaboradores, maior será a vontade deles de se aplicarem e mais valorizados eles se sentirão para realizar as atividades diárias.

Para planejar a qualificação das equipes, a primeira coisa a se fazer, segundo especialistas que atuam neste segmento, é o levantamento das necessidades do treinamento.

Existem algumas perguntas básicas que podem ajudar nesse processo:

O que quero melhorar? Para que preciso treinar? Por que preciso treinar? Para quem esse treinamento é importante?

Alexandre Slivnik, especialista em gestão de pessoas, com especialização em Harvard – Graduate Schoool of Education, diretor da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) explica que somente através das respostas desses questionamentos, será possível identificar quais os pontos principais a serem desenvolvidos no negócio.

“O desenrolar desse planejamento deve ser feito diariamente, através do treinamento formal em uma sala de aula ou, até mesmo, no dia-a-dia no próprio ambiente de trabalho. O ponto principal é estar em constante evolução”, defende Slivnik.

Pensando no Retorno Sobre Investimento (ROI), existem diversas ferramentas que ajudam a identificar esse resultado.

“A mais fácil de ser utilizada é analisar um grupo que tenha recebido o treinamento e outro que não tenha participado de nenhum e fazer a comparação de resultados entre eles, antes, durante e depois das ações de desenvolvimento”, explica Alexandre.

Esses dados são importantes porque auxiliam na identificação de problemas e na implementação de treinamentos mais efetivos, ajudando a quantifica-los.

Para usar essa informação, visando ajustes e melhorias nos processos, antes de mais nada é preciso entender que os números servem para ajudar o gestor a entender a eficácia das suas ações de desenvolvimento.

“Ao analisar os números, será possível identificar se o treinamento obteve resultado e se existem colaboradores que precisam participar mais alguma vez dessa formação”, aponta o especialista em gestão de pessoas.

Infelizmente, de acordo com a PwC – prestadora de serviços de qualidade em auditoria – apenas 13% das empresas mensuram ações de treinamento para seus funcionários. Alexandre atribui a isso ao fato que muitos gestores ainda acham que mensurar essas atividades é algo subjetivo e por consequência essa parte de mensurar as principais fases do treinamento acaba não sendo realizada.

Contudo, ele ressalta que a educação corporativa pode trazer grandes benefícios e estratégias efetivas para o negócio e para isso é importante ter o ciclo completo: levantar as necessidades, planejar um treinamento adequado e avaliar os resultados efetivos.

“Em cada etapa, é preciso sempre fazer associações aos objetivos da organização, para que tenhamos um alinhamento cada vez mais estratégico”, aponta.

“É preciso transformar em números as ações efetivas que foram implantadas após cada etapa de desenvolvimento”, destaca.

O que a Copa pode ensinar sobre liderança?

Neste período de copa do mundo, em que times se destacam tanto por seus jogadores, quanto por seus técnicos, você já tentou traçar um paralelo entre um time de futebol e empresas?
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Tenho certeza que se o fizer encontrará muita similaridade e poderá tirar algumas lições relevantes no exercício.
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Vamos analisar a figura do técnico da equipe de futebol, por exemplo. Quais são suas responsabilidades?
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Bom, ele é responsável por montar o time (ou assumir um time que já estava montado), muitas vezes precisa motivar, trocar algumas peças, mudar algumas pessoas de posição, liderar a estratégia e a tática da equipe, certo? Leia novamente essa última frase e veja se não é uma boa descrição de um gestor de pessoas.
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Ampliando a discussão sobre o técnico de futebol me deparo com a seguinte pergunta: necessariamente, para ser um bom técnico você precisa ter sido um craque dentro de campo?
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Observando os exemplos que temos de grandes técnicos do mundo: todos eles foram excelentes jogadores? Se olharem com cuidado vão descobrir que alguns excelentes técnicos foram apenas jogadores medianos em sua época.
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Da mesma forma, o maior defeito dentro das organizações é a crença fervorosa de que o profissional que mais se destaca em sua atuação deve ser promovido e liderar a equipe, pois conseguirá incentivar o time todo a atingir altos resultados.
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No entanto, isso nem sempre é verdade, em muitas ocasiões ao fazer isso perde-se um excelente executor e não se ganha um excelente líder.
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Vejamos essa última análise: imaginem um jogador extremamente produtivo dentro de campo, artilheiro, driblador, veloz e forte. Estatisticamente pode ser considerado o melhor jogador do time. Contudo, muitas vezes não é um jogador que joga para o time e sim o contrárioSe o time não jogar para ele suas estatísticas caem.
Desta forma, lhe pergunto: um jogador assim conhece detalhadamente seus colegas de trabalho, sabe onde cada um precisa se aprimorar?
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Ele está focado em jogar com o grupo ou focado em aumentar suas estatísticas individuais?
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Tudo isso faz sentido?
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Então, se eu quero ser um bom líder preciso analisar muito bem a atuação de um bom técnico de futebol e não simplesmente me espelhar nos melhores jogadores, correto?
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Fato, isso ajuda, porém sinto lhe dizer que se você quer ser um bom líder dentro da sua organização, isso tudo ainda não é o suficiente. Você também precisa se espelhar no capitão do time.
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O que quero dizer é que não basta apenas ditar a estratégia, mexer na equipe, colocar cada um em seu lugar de melhor performance, se você não estiver disposto a botar a mão na massa e liderar pelo exemplo, tomando a frente no campo de batalha e abrindo espaço para que sua equipe possa marcar alguns gols.
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O líder exemplar é aquele que sabe a hora de ser técnico e a hora de ser capitão.
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No final das contas, meus amigos, dentro das organizações funcionamos como um time de futebol, o que muda é que muitas vezes precisamos assumir alguns papéis diferentes para lidar com as diferentes formas de liderar.
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Para alguns você precisará atuar como técnico, para outros precisará ser capitão e, para outros, quem sabe deverá apenas abrir espaço e deixar que eles mesmos encontrem seus caminhos. O líder não detém todas as respostas e precisa saber a hora de mostrar humildade e seguir o caminho que o time está trilhando.
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A única certeza que temos, dentro e fora de campo, é que de um lado temos a torcida e do outro temos os clientes. Essas duas figuras externas irão pressionar, criticar durante os fracassos, vão querer atuar como “técnicos”, pedir mudanças no time, mas no fundo, tanto uma como outra querem a mesma coisa: vibrar e comemorar na hora da vitória.
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Um bom líder, acima de tudo, sabe que se conseguir o prestígio da torcida (clientes) trará mais tranquilidade para exercer um bom trabalho.
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Experimente o mindfulness

Nos EUA, Canadá e Europa, a técnica capaz de desenvolver o foco, conhecida por mindfulness, recebe aceitação cada vez maior nas organizações. Empresas como a Apple, Nike, Deutsche Bank e Google a têm usado intensamente em seu benefício.
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O Google oferece aos funcionários um curso de 20 horas tão popular, que milhares de Googlers o fazem todos os anos. Atualmente, a maior máquina de buscas do mundo exporta uma fórmula de mindfulness conhecida pelo programa Procure em Você (Search Inside Yourself).
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Mas, o que exatamente é mindfulness?
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A atenção plena é uma forma simples e eficaz de meditação que permite que você controle seus pensamentos e comportamentos. Além disso, trata-se de uma técnica que desenvolve a capacidade de foco. Pesquisas recentes demonstram que perto da metade do nosso já escasso tempo é gasto em estados de pura viagem mental em que estamos ligados em tudo e ao mesmo tempo não prestamos atenção a nada.
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A atenção plena reverte esse hábito, ao mesmo tempo em que reduz o estresse, a ansiedade e a depressão. Não é pouca coisa, já que esses são nossos verdadeiros inimigos número 1, segundo ranking da ONU. O que um grande número de pessoas ainda não sabe é que o stress consome nossa energia – mas o mindfulness a reconstrói.
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Outra grande sacada do mindfulness foi descobrir que ele ativa a percepção para coisas novas. Quando mais você pratica, mais você fixa sua âncora no presente. Isso nos torna conectados a coisas como contexto e perspectiva.
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Mas qual é a razão pela qual a atenção plena está se tornando tão popular nas empresas?
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Embora os benefícios da atenção plena sejam muitos, a razão mais importante parece ser a sua capacidade de melhorar diretamente o desempenho. Em uma sociedade de economia capitalista, qualidades como produtividade e desempenho estão no topo da lista.
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Mesmo assim, o mindfulness não é só sobre performance e produtividade. Há várias outras razões importantes pelas quais as empresas estão fazendo do mindfulness uma prioridade. Se você enxerga sua carreira como uma estrada diante de seus olhos, considere as cinco razões abaixo capazes de alavancá-la em boa medida.
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1. Atenção plena é antídoto do estresse. O estresse é mais que um assassino de desempenho; é um assassino de pessoas. Nos países desenvolvidos da era globalizada, 75% do custo saúde estão relacionado ao estresse; ele está por trás de doenças como pressão alta, câncer, doenças cardiocirculatórias, derrames, insônia, depressão e ansiedade.

2. A atenção plena melhora a capacidade de nos concentrarmos em uma coisa a cada vez. Foco está em tudo que você deseja fazer bem feito. O mindfulness ensina a evitar distrações e trazer concentração ao seu trabalho. Embora você possa ser vítima do padrão multitarefas – atenção dispersiva em tudo e muito pouca produtividade -, a atenção plena ajuda a acabar com esse inimigo. Mente focada é mente produtiva.

3. A atenção plena aumenta a criatividade. Aqui reside uma verdadeira pérola. Em muitas empresas – ou no trabalho autônomo – criatividade é igual à remuneração. Agora, é preciso fazer alguma coisa porque criatividade é algo que depende de um estado mental focado, limpo e livre de stress.

4. Exercícios de atenção plena vão melhorar sua inteligência emocional (IE). A IE é o “plus a mais” intangível em cada um de nós. Afeta como administramos o comportamento, a forma como navegamos pelas complexidades sociais e o alcance das decisões que tomamos visando resultados positivos.  Décadas de pesquisa apontam para a IE como o fator crítico que separa os atores principais do resto do grupo. É uma maneira poderosa de concentrar sua energia na direção capaz de gerar resultados tremendos.

5. Mindfulness faz de você uma pessoa melhor por fora e dentro. Estudo de Harvard encontrou fortes conexões entre mindfulness e comportamento prossocial. Pessoas que meditavam do jeito mindfulness mostraram mais compaixão e bondade para com os outros. Há algo no sentir-se presente que resgata o melhor das pessoas.

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Tudo junto e reunido, a atenção consciente pode melhorar seu desempenho no agora e sua capacidade no futuro. Experimente, e você ficará surpreso com os resultados.
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